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A ASSINGRAFS e o SINGRAFS estarão em recesso entre 20 de dezembro de 2018 a 2 de janeiro de 2019. O atendimento será retomado dia 3 (quinta-feira), das 8h às 18h.

Desejamos a todos boas festas!

Até 2019!

A luta contra a Aids é simbolizada pela campanha Dezembro Vermelho. O objetivo dela é alertar a população sobre a prevenção ao HIV/ aids a às doenças sexualmente transmissíveis. A melhor forma, claro, é pela prática do sexo seguro, utilizando preservativo.

O HIV é transmitido por:

  • Sexo vaginal e/ou anal e/ou oral sem uso de preservativo;
  • Uso de seringa por mais de uma pessoa;
  • Transfusão de sangue contaminado;
  • Uso de instrumentos perfurantes ou cortantes que não foram esterilizados;
  • Contágio de mãe infectada para filho durante a gravidez, no parto ou durante a amamentação.

No nosso site, você pode saber mais sobre o Dezembro Vermelho e dados sobre a aids no Brasil - clique aqui.

Um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), coordenado por dois economistas que participam do governo de transição, propõe alterações e possível unificação do Lucro Real, Lucro Presumido e Simples Nacional. A informação foi divulgada pela Folha de S.Paulo na última terça-feira (18).

Entre as propostas, está a de rever os incentivos do Lucro Presumido e do Simples, reduzi-los e, possivelmente, extingui-los. Para o Ipea, o Imposto de Renda (IR) sobre pessoa jurídica (PJ) que opta pela modalidade Lucro Real é muito alto (34%), acima 11 pontos da média global. Caso ele diminua, haverá espaço para debater tributação de lucros e dividendos.

Outro ponto que o Ipea apontou é o de verificar e entender se a abrangência dos benefícios do Simples Nacional e do Lucro Presumido não é excessiva.

O Simples é um regime de tributação simplificado para Micro e Pequenas Empresas (MPEs), cujo cálculo de alíquota de imposto varia de acordo com faturamento e setor - de 4% a 19% para comércio e de 4,5% a 30% para indústria. Já a do Lucro Presumido depende da base recorrente da receita da empresa. 

Atualizado às 15h08.

O Bloco K do SPED Fiscal é a versão informatizada do Livro Modelo 3 de Registro de Controle da Produção e Estoque. Ele será obrigatório a partir de 1º de janeiro de 2019 para empresas que não estão enquadradas no Simples Nacional e no MEI (Microempreendedor Individual).

Segundo o advogado Alexandre Pantoja, o controle de estoque e produção é de responsabilidade direta e objetiva da empresa; logo, será executado em âmbito interno. Para isso, é aconselhável consultar e/ou contratar um fornecedor de software que atenda as especificidades da atividade e que garanta o suporte técnico no uso rotineiro do sistema.

As informações geradas internamente na empresa deverão ser enviadas mensalmente ao escritório contábil. Por isso, ele deve ser envolvido na aquisição do software para que desde o início sejam conhecidas tecnicamente as formas de integração dos sistemas entre cliente/contabilidade.

A partir do ano que vem, a obrigatoriedade do Bloco K restringe-se aos registros K200 (estoque escriturado) e K280 (correções de apontamentos). No decorrer de 2019, a Receita Federal emitirá novas normativas com os calendários referentes aos demais registros.

Para empresas que têm processos transitando entre matriz e filial com materiais oriundos de terceiros, os dados relativos ao Bloco K devem ser lançados no estabelecimento da efetiva industrialização. Se, por exemplo, o processo acontece na matriz, os lançamentos devem ser feitos pela matriz.

As perdas no processo industrial/produtivo devem ser lançadas mensalmente no SPED ICMS/IPI (Bloco A210).

Na edição de dezembro do Infografs,  publicamos um artigo sobre o Bloco K assinado por Pantoja. Não deixe de ler!

Publicamos na Área Restrita do site texto em que nossa consultoria jurídica explica sobre início da concessão de período de férias, em especial as de final de ano.

Todo associado ao SINGRAFS tem acesso ao conteúdo exclusivo. Para acessá-la, basta utilizar login e senha enviados por e-mail pelo Sindicato. Caso não lembre seu usuário e senha, entre em contato pelo e-mail .

A Prefeitura de Diadema lançou o PPI (Programa de Parcelamento Incentivado) para regularização de dívidas com tributos municipais, como IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e ISS (Imposto Sobre Serviços). O Programa permite o pagamento com 100% de desconto de juros e multas e em até três parcelas.

O prazo para aderir ao PPI encerra em 28 de dezembro deste ano. De acordo com a Administração, o saque do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) de contas inativas poderá ser usado para o pagamento das contas. 

No plano de Parcelamento Especial, com 100% de desconto, é possível parcelar em até duas vezes, com vencimentos em 28 de dezembro de 2018 e 31 de janeiro de 2019. Já no Parcelamento Especial com 90% de desconto, é possível dividir o valor em três vezes, com boletos a vencerem em 28/12/2018, 31/01/2019 e 28/02/2019. 

Para saber mais sobre o PPI, clique aqui.  

As cidades de Mongaguá, Mauá e Diadema comemoram aniversários de emancipação nesta sexta (07) e sábado (08). Os municípios paulistas completam 59, 64 e 59 anos, respectivamente.

Mongaguá é considerada estância balneária pelo Estado. Em 1959, se emancipou de Itanhaém. Seu nome deriva do tupi-guarani e significa "água pegajosa". 

A história de Mauá está muito ligada a passagem de tropeiros e viajantes pela Vila de São Paulo, São Bernardo e o povoado de Pilar. Também, à construção da estrada férrea com participação do Barão de Mauá, ainda no período do Brasil Imperial. 

O distrito de Diadema foi criado em 1948. Até a década de 1940, a região onde hoje está situada a cidade era constituída por quatro povoados que pertenciam a São Bernardo do Campo. A emancipação veio dez anos depois. 

Para saber sobre a programação de aniversário das cidades, fique atento aos comunciados oficiais das respectivas administrações.

Fontes: Câmara Municipal de Mongaguá, Prefeitura de Diadema, Prefeitura de Mauá.

A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) lançou o livro “Como Fazer os Juros Serem Mais Baixos no Brasil”, em versões física e digital (ebook), e o está distribuindo gratuitamente em livrarias e pela internet. A obra foi feita pelo corpo técnico da entidade, composto por economistas, advogados, tributaristas e consultores econômicos.

O material tem edição limitada e está presente em livrarias selecionadas de São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro. A lista dos estabelecimentos pode ser vista aqui.

A obra da Federação faz parte de uma campanha veiculada em jornais de grande circulação e em comerciais de televisão, estrelados pelo ator Dan Stulbach. Nela, a Febraban propõe medidas que “permitirão ao sistema bancário praticar os juros e spreads de que o Brasil precisa para crescer mais”.

A EFI anunciou novos recursos para a impressora Nozomi C18000, voltada a produção de embalagens de papelão corrugado. Os destaques, que serão apresentados durante feira em Paris, França, são a nova tinta branca e soluções de fluxo de trabalho, como EFI Corrugated Packaging Suite e EFI Escada.

Além de já permitir a impressão tradicional (CMYK) e em laranja e roxo, a máquina da EFI abrangerá a cor branca, o que aumentará os recursos dos usuários na produção de embalagens feitas diretamente no revestimento do papelão kraft marrom, por exemplo. O equipamento contará, também, com modo PHOTO (permite a combinação de até 97% de cores PANTONE em seis cores sem limite de consumo de tinta), modo POP (reduz levemente a gama de cores sem grande diferença na aparência final do produto) e modo ECO (trabalha com gama de cores restrita e menor consumo de tinta).

O EFI Corrugated Packaging Suite é direcionado para a produção de materiais corrugados em fábricas de caixas e folhas e empresas de sinalização que usam a matéria-prima. Já o EFI Escada ajuda os usuários a aumentarem a lucratividade, obter maior eficiência e produtividade e a reduzir o tempo de inatividade e desperdício.

A Nozomi C18000 é um equipamento de impressão digital a jato de tinta de passada única e ultrarrápida e recebeu o título de Produto do Ano pela associação SGIA da indústria.

As informações foram dadas pela assessoria de imprensa da EFI.

A produção industrial brasileira fechou outubro com alta de 0,2% comparada a setembro, após três meses de quedas consecutivas. No acumulado do ano, o resultado foi de 1,8%, e nos últimos 12 meses, foi de 2,3%. As informações foram divulgadas nesta terça (04) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e fazem parte da PIM (Pesquisa Industrial Mensal).

Na comparação feita entre outubro de 2018n e outubro de 2017, a taxa atingida foi de 1,1%. O acúmulo de resultados negativos foi de 2,7% na atividade.

A alta no mês alvo da PIM se deveu ao desempenho positivo apresentado pelas indústrias de máquinas e equipamentos (8,8%), de bebidas (8,6%), extrativas (3,1%) e de veículos automotores, reboques e carrocerias (3%).

Já os resultados negativos foram representados pelos setores de metalurgia (-3,7%), produtos alimentícios (-2%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-1,2%).

Para ver a íntegra da Pesquisa Industrial Mensal, clique aqui.