(11) 4438-8922

Uma avaliação feita pelo BofA (Bank of America) mostrou que investidores dos setores de celulose e papel, mineração e aço no Brasil estão pessimistas. De acordo com a análise do banco, há uma preocupação quanto a um novo reajuste dos preços dos produtos, em especial no mercado internacional.

Mesmo com a inquietação, há o consenso de que as ações de celulose da América Latina são muito baratas, o que favorece a manutenção dos investimentos.

Para os setores de mineração e aço, os motivos são outros. Ainda de acordo com o BofA, uma possível recessão na Europa e nos Estados Unidos, a crise no mercado imobiliário chinês (que responde por 30% a 35% da demanda por aço), movimento global de alta de juros e a percepção de que os lucros possam ter atingido o pico estão entre as principais preocupações dos investidores estrangeiros no País.

Fonte: Valor Investe.

Em agosto, os empresários industriais sinalizaram aumento da confiança no cenário e econômico brasileiro. Os principais destaques ficaram com a indústria da construção (salto de 56,8 para 60 pontos, +3,2 pontos) e indústria da transformação (crescimento de 57,6 para 59,8 pontos, +2,2 pontos). Dos 29 setores analisados pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) para composição do ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial), 26 registraram aumento nos indicadores. 

Entre eles, a indústria de impressão e reprodução de gravações. Na passagem de julho para agosto deste ano, o índice de confiança subiu de 57,4 para 59,6 pontos (+2,2 pontos). Já o setor de celulose, papel e produtos de papel teve alta de 59,4 para 60,7 pontos no período (+1,3 pontos).

No entanto, as pontuações dos dois segmentos continuam abaixo do verificado em agosto de 2021. Naquele mês, o índice de confiança dos empresários de impressão e reprodução totalizou 60,9 pontos, e o de celulose, papel e produtos de papel chegou a 61,9 pontos.

O ICEI varia de 0 a 100 pontos, sendo que os valores acima dos 50 pontos refletem confiança do empresário, e abaixo falta de confiança. Para saber mais sobre os dados setoriais de agosto, clique aqui.

Nesta semana, a Abigraf (Associação Brasileira da Indústria Gráfica) Nacional anunciou a coordenação e abertura das inscrições para o 30º Prêmio Brasileiro de Excelência Gráfica Fernando Pini. Conhecido como “Oscar da indústria gráfica brasileira”, o evento este ano terá a coordenação técnica da Faculdade Senai Theobaldo De Nigris.

Poderão concorrer trabalhos impressos entre 15 de setembro de 2019 até 31 de julho de 2022, com exceção de produtos participantes de Prêmios Regionais, que obedecerão critérios distintos. Empresas de criação ou design, escolas de cursos em áreas gráficas e pessoas físicas (individual ou em grupos) também poderão participar na Categoria 14: Design Gráfico.

Serão, ao todo, 16 segmentos principais: Livros; Revistas; Jornais, Produtos para Identificação; Acondicionamento; Promocional; Comercial; Produtos Impressos em Rotativa Offset “Heatset”; Produtos Próprios; Impressão Serigráfica; Inovação Tecnológica, Complexidade Técnica do Processo; Sinalização – Comunicação Visual; Produtos de Baixas Tiragens (até 500 unidades); Design Gráfico; Sustentabilidade Ambiental; Impressos Diversos. Todas as especificações estão disponíveis no regulamento (clique aqui para acessar).

O período de inscrições com desconto irá até 31 de agosto. O prazo para inscrever peças sem desconto será de 1 a 15 de setembro. A cerimônia de entrega está marcada para o dia 29 de novembro, na sede da Abigraf, em São Paulo. Para saber mais sobre a programação do Prêmio Pini, clique aqui.

HISTÓRICO

A premiação, anteriormente, era realizada pela ABTG (Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica). A entidade anunciou o encerramento das inscrições para a edição que comemoraria os 30 anos do Prêmio Pini em janeiro de 2022, com previsão de entrega dos troféus em abril.

No entanto, no final de junho, a ABTG comunicou a dissolução e extinção da Associação, após 63 anos de existência e serviços prestados à comunidade gráfica.

Saiba mais:
- Comunicado: Encerramento parceria SINGRAFS-ABTG

Para preencher o vácuo deixado pelo fim da ABTG, a Abigraf Nacional criou a Abitec – Divisão de Inovação e Tecnologia Gráfica -, que exercerá as atividades e ações de capacitação cursos, treinamentos, seminários técnicos, que também elaborará e revisará normas do setor.

O SINGRAFS solicita aos associados e não associados de sua base territorial (Grande ABC e Baixada Santista) para manterem os dados cadastrais atualizados. 

Grande parte das informações e comunicados do Sindicato é encaminhada por e-mail, mas, também, enviamos cartas e outros contribuições pelos Correios. 

Entre em contato pelo telefone (11) 4438-8922 e atualize os dados da empresa.

Em julho, o desempenho da indústria brasileira apresentou crescimentos nos números de emprego, produção e utilização da capacidade instalada na comparação com junho. A Sondagem Industrial realizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) mostrou, ainda, aumento do índice de intenção de investimento no segmento e do otimismo do empresariado industrial.

O indicador de evolução da produção industrial chegou a 51,8 pontos, acima dos 50,1 pontos registrados no mês anterior. O valor médio para os meses de julho, que, historicamente, têm aumento da produção, é de 51,2 pontos.

O emprego na indústria subiu de 50,8 para 51,2 pontos no período, e a UCI (Utilização da Capacidade Instalada) atingiu 71%, a maior taxa já registrada neste ano e que supera o percentual médio dos meses de julho desde o início da série histórica, em 2011 (69%).

As expectativas dos empresários industriais seguem acima dos 50 pontos, indicando otimismo frente a agosto. A intenção de investimento no setor subiu para 56,9 pontos, sendo o maior resultado do ano desde fevereiro, quando atingiu os 58,2 pontos.

Para saber mais sobre a última Sondagem Industrial da CNI, clique aqui.

A partir do dia 1º de setembro, contribuintes com grandes débitos junto à Receita Federal poderão renegociar as contas em aberto com até 70% de desconto. A Portaria RFB nº 208, publicada na semana passada, estendeu ao Fisco a modalidade de transação tributária, com prazos de parcelamento de 120 meses, para público geral, e de até 145 meses para MEIs (Microempreendedores Individuais) e MPEs (Micro e Pequenas Empresas) optantes pelo Simples Nacional.

A Portaria aumenta benefícios para quem parcelar até R$ 1,4 trilhão de dívidas tributárias que ainda não estão sob contestação judicial. Os descontos para público em geral são de 65%. Para MEIs, MPEs e empresas de todos os portes, vão até 70%.

As empresas que devem mais de R$ 10 milhões em impostos poderão apresentar proposta individual junto à Receita Federal para regularização dos débitos já a partir de setembro. As demais, com débitos inferiores, terão que aguardar a publicação de edital com mais especificações.

Quem aderir a esta renegociação poderá utilizar os prejuízos fiscais do IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica) e a base de cálculo negativa da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) para abatimento de até 70% do saldo remanescente do débito após os descontos.

Precatórios a receber e demais dívidas do governo com o contribuinte transitadas em julgado também estão autorizadas a serem usadas para amortizar o valor principal, a multa e os juros do que está em aberto.

Fonte: Agência Brasil.

Ao longo dos seus 25 anos de existência, o SINGRAFS vem lutando em prol do fortalecimento do segmento gráfico no Grande ABC e na Baixada Santista.

Para tal, firmou parcerias importantes com a Abigraf-SP, Zênite Sistemas e Up Brasil, para oferecer aos seus associados serviços que os permitam realizar cursos de aprimoramento, utilizar softwares de gestão gráfica com desconto, entre outros. 

Para conhecer todos os nossos serviços e benefícios, clique aqui e aqui

No segundo trimestre do ano, a taxa de desocupação nacional caiu de 11,1% para 9,3%, e o número de desempregados reduziu em 22 das 27 unidades da federação analisadas. O Estado de São Paulo concentrou 81,0% dos empregados no setor privado com carteira assinada – a média brasileira chegou a 73,3%. Os dados integram a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) Contínua Trimestral, divulgada nesta sexta (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Mesmo com as reduções nos percentuais de desemprego, o número de brasileiros desalentados (grupo de pessoas que gostariam de trabalhar, mas que não procuram emprego por achar que não encontrariam) somou 4,3 milhões.

Houve, ainda, queda de 5,1% do poder de consumo do trabalhador na comparação entre o segundo trimestre de 2022 (R$ 2.652) e o segundo trimestre de 2021 (R$ 2.794). O valor da renda média real habitual diminuiu no Sudeste, Sul e Nordeste na comparação anual.

ÍNDICES DE DESEMPREGO POR GÊNERO E COR

A PNAD mostrou, também, que o desemprego atinge homens e mulheres de forma diferente. A taxa de desocupação por gênero no período foi de 7,5% para homens e de 11,6% para mulheres. Por cor ou raça, o índice chegou a 9,3% para brancos, 11,3% para pretos e 10,8% para pardos. Lembrando que a média nacional ficou em 9,3% no período.

Entre trabalhadores com ensino médio incompleto, o indicador chegou a 15,3%. Este foi o maior percentual notado entre os demais níveis de instrução analisados. Para saber mais sobre os resultados da PNAD Contínua Trimestral, clique aqui.

Em junho, o comércio varejista de livros, jornais, revistas e papelaria caiu 3,8%. Das oito atividades analisadas pela PMC (Pesquisa Mensal do Comércio) no período, sete tiveram quedas no volume de vendas, na série com ajuste sazonal.

Além do setor livreiro, recuaram tecidos, vestuário e calçados (-5,4%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-1,7%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1,3%), combustíveis e lubrificantes (-1,1%), móveis e eletrodomésticos (-0,7%), e hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,5%).

Na comparação com junho de 2021, o varejo de livros, jornais, revistas e papelaria manteve variação positiva de 2,6%. No acumulado de janeiro a junho deste ano, ficou em 18,4%. Nos últimos 12 meses, a taxa atingiu 4,0%.

Para saber mais, clique aqui. A PMC é realizada e divulgadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A produção industrial de São Paulo acumulou, nos últimos 12 meses, queda de 3,9%. No ano, a taxa atingiu -2,7%. No mês de junho, a produtividade da indústria paulista chegou a 0,8%. Estes são dados da PIM (Pesquisa Industrial Mensal) Regional, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na última terça-feira (09).

Dos 15 locais analisados em junho, 10 apresentaram indicadores negativos. A média nacional ficou em -0,4% no mês, e acumulou quedas de 2,2% no ano e de 2,8% nos últimos 12 meses. Na comparação anual, o recuo da indústria brasileira foi de 0,5%.

Para saber mais sobre os dados da PIM Regional, clique aqui.