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A Pesquisa Pulso Empresa: Impacto Covid19 nas Empresas, realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), revelou que 38,6% dos 3,2 milhões de empreendimentos em funcionamento na primeira quinzena de agosto perceberam impactos negativos da pandemia do novo coronavírus (COVID-19). O grupo que mais tem sofrido estes efeitos é o das empresas de pequeno porte com até 49 funcionários (38,8%).

Entre os setores, Construção e Comércio foram as mais afetadas, com 47,9% e 46,3%, respectivamente. Cerca de 36,1% das empresas reportaram queda nas vendas no período, em especial as do comércio varejista, mesmo com a flexibilização das atividades econômicas.

Das empresas analisadas pelo levantamento, 32% afirmaram ter conseguido adiar o pagamento de impostos, e 10,9% solicitaram empréstimos via linhas de crédito emergencial. A adoção de trabalho remoto (teletrabalho/ home office) foi feita por 32,3% delas, e 15,3% anteciparam férias dos colaboradores. E cerca de 2,7 milhões de empreendimentos (86,4%) conseguiram manter o quadro de funcionários no período analisado.

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Atualizado às 15h22.

A quinta edição da pesquisa Retratos da Leitura, divulgada na íntegra nesta segunda-feira (14), revelou queda no índice da população brasileira que diz ter o hábito de ler livros. De 2007, ano da primeira edição, para 2019, a porcentagem foi de 55% para 52%. Dentro deste grupo, 31% afirmou ter lido um livro inteiro nos últimos três meses, enquanto 45% leu em partes.

A Retratos da Leitura define leitor como “aquele que leu, inteiro ou em partes, pelo menos um livro nos últimos três meses” anteriores à coleta de dados, e como não leitor “aquele que declarou não ter lido nenhum livro nos últimos três meses, mesmo que tenha lido nos últimos 12 meses”.

O levantamento mostrou, ainda, que o brasileiro lê, em média, 4,95 livros por ano. Nos últimos três meses, a média cai para 2,60 livros. Entre as razões que impedem mais leituras, estão falta de tempo (47%), preferência por realizar outras atividades (9%) e falta de paciência para ler (8%). Entre as motivações para a manutenção do hábito da leitura, 52% responderam que se interessam por literatura indicada na escola ou por professores, 48% por causa de filmes ou séries baseadas em livros e 41% por indicação de amigos.

Sobre os formatos, 67% dos entrevistados afirmou preferir livros físicos e 17% digitais (e-books).

Quando comparado à última pesquisa, realizada em 2015, notou-se crescimento no público leitor entre cinco a 10 anos (de 67% para 71%). Esta foi a única faixa etária a apresentar alta nos índices. As que registraram as maiores retrações foram entre 14 a 17 anos (de 75% para 67%) e 18 a 24 anos (de 67% para 59%), com perda de 8 pontos percentuais cada.

A quantidade de leitores que declararam ter completado os ensinos Fundamental I (22%) e II (22%) e Médio (32%) é maior que àqueles com ensino Superior (16%). Há, também, menção aos que não frequentaram a escola formal e mantém o hábito da leitura (7%).

Na comparação entre 2015 e 2019, houve aumento do público leitor no ensino Fundamental I (de 82% para 86%) – o que corrobora a alta na faixa etária entre cinco a 10 anos - e no do Ensino Médio (de 78% para 79%). As quedas foram registradas no Fundamental II (de 84% para 75%, perda de 9 pontos percentuais) e Superior (de 93% para 86%, redução de 7 p.p.).

OUTRAS ESPECIFICAÇÕES

Gênero: 52% das pessoas que afirmaram ter o hábito da leitura são mulheres; 48% são homens.

Idade: 23% dos leitores têm entre 50 a 69 anos, 18% entre 30 a 39 anos; 14% entre 40 a 49 anos; 12% entre 18 a 24 anos; 9% entre 5 a 10 anos; 8% entre 25 a 29 anos; 7% entre 14 a 17 anos; 5% com 70 anos ou mais; e 4% entre 11 a 13 anos.

Região: 42% das pessoas que afirmaram ter o hábito da leitura estão concentradas na região Sudeste; 28% estão no Nordeste; 14% no Sul; e 8% no Norte e no Centro-Oeste.

Renda: a classe C lidera o ranking de leitores, com 47%, seguida pelas classes D/E (28%) e A/B (25%).

Raça: entre os entrevistados, os brancos representaram 55% do público leitor brasileiro, seguidos pelos pardos (52%) e pretos (48%).

Para saber mais sobre os resultados da quinta edição da Retratos da Leitura, clique aqui. A pesquisa foi realizada pelo Ibope Inteligência, Instituto Pró-Livro e Itaú Cultural

A quinta edição da pesquisa Retratos da Leitura revelou que 52% dos brasileiros entrevistados afirmaram ter o hábito de leitura - ou seja, leram um livro inteiro ou em partes nos últimos três meses. Na divisão por gênero, as mulheres representam a maioria do público leitor do País (54%), e os homens 50%.

Houve, porém, queda no número de pessoas que afirmaram ter comprado pelo menos um livro nos últimos três meses. O índice chegou a 27%, contra os 30% registrados em 2015, data da última edição do levantamento.

A Pesquisa também traz dados socioeconômicos, que indicaram diminuição de compradores de livros entre as Classes A e B, que preferiram passar o tempo navegando na internet e acessando redes sociais.

O índice de pessoas com hábito de leitura cresceu entre os que estão no Ensino Fundamental e Médio e caiu entre os que têm Ensino Superior (de 82% em 2015 para 68% atualmente).

Entre as obras mais citadas, a "Bíblia", 'A Cabana" (William P. Young), "O Pequeno Príncipe" (Antoine de Saint-Exupéry) e os gibis da Turma da Mônica (Mauricio de Sousa Produções) estão no topo da preferência dos leitores.

A pesquisa completa, que teve entre seus realizadores o Ibope Inteligência, Instituto Pró-Livro e Itaú Cultural, será divulgada na próxima segunda-feira (14). Clique aqui para ter acesso.

Fontes: Folha de S.Paulo, PublishNews.

O mês de agosto encerrou com IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de 0,24% (queda em relação a julho, quando atingiu 0,36%) e INPC (Índice Nacional de Preço ao Consumidor) de 0,36% (em julho, foi de 0,44%). Mesmo com quedas em relação ao período anterior, as variações foram as maiores registradas desde 2016 (IPCA) e 2012 (INPC), respectivamente.

Os dados foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na última quarta-feira (9).

IPCA

O índice acumula alta de 0,70% no ano e de 2,44% nos últimos 12 meses. Em agosto do ano passado, o indicador foi de 0,11%. E em agosto de 2016, a taxa foi de 0,44%.

Entre os grupos que impulsionaram o resultado, os destaques foram Transportes (0,82%), que há três meses seguidos registra alta em seus indicadores por conta do aumento do preço dos combustíveis – em especial gasolina (3,22%) -, e Alimentação e Bebidas (0,78%).

INPC

Encerrando agosto com variação de 0,36%, este é o maior resultado desde agosto de 2012 (0,45%). No acumulado do ano, o INPC ficou em 1,16%, e no dos últimos 12 meses, 2,94%. No mesmo período do ano passado, o indicador ficou em 0,12%.

A alta do preço dos Produtos Alimentícios (0,80% em agosto contra 0,14% em julho) impactou no resultado obtido mês passado.

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Desde abril, o período de quarentena no Estado de São Paulo vem sendo ampliado por causa do novo coronavírus (COVID-19). Agora, a prorrogação vai até 19 de setembro. 

De acordo com o Governo estadual, esta é a 11ª alteração feita. A medida faz parte das ações para o enfrentamento da pandemia, que ainda mantém índices elevados de novos casos e óbitos em todo o território paulista - mesmo com a flexibilização das atividades econômicas do Plano São Paulo.

O cronograma de novas implantações do eSocial (Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas) foi suspenso. A partir desta terça-feira (8), empresas do Grupo 1 (faturamento anual/2016 acima de R$ 78 milhões) não precisarão informar eventos de Saúde e Segurança do Trabalhador da Fase 5.

A suspensão do envio de dados também recai sobre o Grupo 3 - empregador pessoa física, exceto doméstico, optantes do Simples Nacional, produtor rural pessoa física, entidades sem fins lucrativos. A partir desta terça, CNPJs básicos com  final 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, ou 7 não estão obrigados a encaminhar eventos de folha de pagamento S-1200 a S-1300. E a partir de quarta (9), a suspensão abrangerá os CNPJs básicos com final 8 e 9 e pessoas físicas.

A suspensão do cronograma do eSocial foi especificada pela Portaria Conjunta SEPRT/ RFB nº 55, publicada na edição de sexta (4) do DOU (Diário Oficial da União). Um novo deverá ser publicado com antecedência mínima de seis meses.

Fonte: Abigraf Nacional/ Abigraf-SP.

Informamos que, nesta segunda-feira, 7 de setembro, feriado da Independência, não haverá expediente na ASSINGRAFS e no SINGRAFS.

Retomaremos o atendimento na terça-feira (8).

A segunda semana de agosto registrou 4,3 milhões de brasileiros que estavam afastados do trabalho por causa das medidas de isolamento social. É o que indicou a PNAD COVID19 divulgada nesta sexta-feira (4) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No período analisado, o total de pessoas desocupadas chegou a 12,9 milhões.

A Pesquisa mostrou que outras 2,7 milhões de pessoas estavam afastadas dos empregos por causa de licença maternidade ou por doença.

O levantamento também revelou queda nos indicadores do grupo da população que gostaria de trabalhar, mas não procuraram por emprego no período – passou de 28,1 milhões para 27,1 milhões.

O agrupamento de pessoas que gostariam de trabalhar, mas não procuraram emprego por causa da pandemia do novo coronavírus (COVID-19) ou por falta de vagas próximas ao local onde moram também caiu, de 18,3 milhões para 17,7 milhões.

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Os Microempreendedores Individuais, ou MEIs, estão dispensados da obtenção de alvará e licença de funcionamento para seus negócios. É o que diz a Resolução CGSIM nº 59, de 12 de agosto de 2020, que entrou em vigor nesta terça-feira (1º).

De acordo com a nova norma, após se inscrever no Portal do Empreendedor, o empresário deverá concordar com o Termo de Ciência e Responsabilidade com Efeito de Dispensa de Alvará de Licença de Funcionamento. Desta forma, o documento será gerado de forma eletrônico e permitirá que as atividades iniciem imediatamente.

Outra medida que entrou em vigor é a que dispensa pesquisa prévia de viabilidade locacional para as atividades que serão realizadas de forma exclusivamente digital.

Fontes: Agência Brasil, Sebrae.

O segundo trimestre deste ano fechou com PIB (Produto Interno Bruto) em -9,7%. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), esta é a segunda queda trimestral consecutiva e o menor resultado desde 1996, quando foi iniciada a série histórica.

O índice foi divulgado na última terça-feira (1º), e engloba a somatória dos bens e serviços produzidos no País (total de R$ 1,653 trilhão) no período.

No primeiro trimestre do ano, o PIB foi de -5,9%. O novo recuo registrado nos três meses seguintes teve como um dos principais fatores de influência as medidas de isolamento e distanciamento social, provocadas pela pandemia do novo coronavírus (COVID-19). Basta lembrar que, no Estado de São Paulo, a quarentena iniciou em 24 de março.

Entre os setores que impactaram na retração do Produto Interno Bruto brasileiro de abril a junho, estão Indústria (-12,3%) e Serviços (-9,7%). Somadas, as duas atividades representam 95% do PIB nacional, segundo o IBGE.

O índice negativo obtido pela Indústria refere-se ao acumulado pelas indústrias de transformação (-17,5%); construção (-5,7%); atividade de eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-4,4%); e indústrias extrativas (-1,1%).

Para saber mais sobre os números do PIB do segundo trimestre de 2020, clique aqui.