(11) 4438-8922

De acordo com o Inca (Instituto Nacional do Câncer), a cada 38 minutos, um homem morre no Brasil em decorrência do câncer de próstata. A enfermidade é o tipo mais comum entre eles e atinge 28,6% da população masculina.

A doença cresce de forma lenta e, em seu início, pode não apresentar sintomas. As idades de atenção, em que a enfermidade pode ser detectada, são: 45 anos (menos frequente), 55 e 65 anos (mais frequente). As chances de ter câncer de próstata aumentam com a idade, por isso a importância de se realizar o diagnóstico precoce.

Homens negros têm mais chance (60%) de desenvolver câncer de próstata.

Sintomas:

  • No início, não apresenta sintomas. Por isso a importância de realizar exames preventivos;
  • Dificuldades em urinar;
  • Vontade de ir ao banheiro para urinar muitas vezes durante o dia e à noite;
  • Demora para começar e para terminar de fazer xixi;
  • Presença de sangue na urina;
  • Na fase avançada, pode provocar dor óssea; 
  • No estágio agravado, infecção generalizada ou insuficiência renal.

Os fatores de risco são:

  • Obesidade e sobrepeso;
  • Má alimentação;
  • Consumo excessivo de bebida alcoólica;
  • Tabagismo;
  • Sedentarismo.

O exame de toque retal não deve ser encarado com preconceito. Cerca de 20% dos pacientes com câncer de próstata são diagnosticados por meio deste procedimento. O exame de sangue (PSA – antígeno prostático específico) e biópsias poderão ser solicitadas em caso de suspeita do desenvolvimento da doença.

Neste link, você pode ler nossas publicações sobre o Novembro Azul, mês de conscientização para a prevenção do câncer de próstata.

O horário de verão começará a partir da zero hora do dia 4 de novembro (domingo). Os estados das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Distrito Federal terão que adiantar o relógio em uma hora.

Este ano, o período sofreu alterações por causa das eleições. Anteriormente, começava em outubro. 

A Heidelberg ganhou a categoria Melhor Fornecedor de Equipamentos de Impressão Offset no 16º Prêmio de Excelência Gráfica Oscar Shcrappe Sobrinho. O evento foi realizado em 22 de junho, no Paraná, pelo Sigep (Sindicato das Indústrias Gráficas do Estado do Paraná) e pela Abigraf-PR (Associação das Indústrias Gráficas Regional Paraná).

Em declaração dada à Revista Pré-Impressão, o presidente da empresa no Brasil, Ludwig Allgoewer, comemorou o troféu. Para ele, o prêmio reconhece a qualidade dos equipamentos da Heidelberg em um mercado tão exigente quanto o paranaense.

A campanha Outubro Rosa visa conscientizar as pessoas sobre a prevenção do câncer de mama. De acordo com o INCA (Instituto Nacional de Câncer), este tipo da doença é o mais comum entre as mulheres, no Brasil e no mundo, e estima-se que 59.700 novos casos surjam ao longo deste ano.

Após os 50 anos, a incidência de câncer de mama cresce. É muito raro ele aparecer antes dos 35. Por isto, a importância de se realizar exames preventivos para a detecção da enfermidade, como mamografia e autoexame, aumenta as chances de cura.

O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, mas também pode acometer os homens (1% do total de casos). Em 2013, o INCA registrou 14.388 mortes em decorrência da doença, sendo 181 do sexo masculino.

Entre os sintomas da enfermidade, estão o aparecimento de nódulos – eles também podem surgir em tamanho pequeno nas axilas ou no pescoço; vermelhidão, retração ou aparência de casca de laranja da pele da mama; alterações no mamilo e saída de líquido anormal das mamas.

A realização de exames preventivos, como o autoexame e a mamografia, é essencial para o diagnóstico e o tratamento do câncer.

Para saber mais, acesse o site do INCA e veja as nossas publicações sobre o Outubro Rosa.

Em seu Centro de Soluções, instalado na Escola SENAI José Ephim Mindlin, em Barueri, São Paulo, a Xerox apresentou, na última quinta-feira (25), a nova impressora digital para alto volume Iridesse. Além de operar com o esquema de cores CMYK (ciano, magenta, amarelo e preto), o equipamento inclui impressão em tinta branca (lançada há cerca de um mês pela companhia), clear (transparente), ouro e prata.

iridesse

Segundo a diretora executiva de marketing, estratégia e logística da multinacional, Cristiana Lannes, o nome Iridesse alude ao iridescente. Conforme a descrição do dicionário Houaiss, esta palavra designa as cores do arco-íris ou aquilo “que reflete” tais tonalidades. Pode-se ver este efeito na bolha de sabão e em materiais holográficos.

Ao apresentar seu novo produto para o mercado brasileiro, a Xerox salientou a qualidade da impressão e a inclusão de mais recursos para a produção de folhetos, cartões de visita, mala direta, cartões comemorativos, sinalização de pontos de venda, capas de livros e banners de até 1,20m. Todas as cores dos toners foram redesenhadas, para que seu efeito na impressão tenha mais destaque. Isto faz com que se dificulte a cópia de materiais, em especial do efeito metálico, aumentando a segurança e prevenindo fraudes.

A impressora também tem um módulo de acabamento, capaz de produzir folhetos com sangria completa, aparados e vincados. O gerenciamento de impressão é fornecido pela EFI, por meio do servidor Fiery.

O gerente de marketing de produto da marca, Wagner Pereira Roque, explicou que a impressora segue uma tendência mundial do setor gráfico, que é a busca por equipamentos que “tragam algo a mais”. Roque destacou, ainda, o ineditismo da Iridesse no mercado, sua automatização, precisão do registro, flexibilidade e a capacidade de produzir o efeito metálico, por exemplo, “em uma única passagem”.

O evento contou com a participação de Martyn Train, gerente geral de comunicações gráficas para mercados em desenvolvimento da Xerox. O profissional destacou a presença da Iridesse na África do Sul, Dubai, Rússia, Arábia Saudita – onde instalaram seis unidades -; Índia – local em que o equipamento está ficando muito popular no segmento fotográfico -, Lituânia, Bulgária, México e Israel. No Brasil, já há, para os próximos dias, o encerramento de negociações para a venda e instalação de duas impressoras, uma em São Paulo e outra no Rio de Janeiro.

Sobre expectativas para o mercado brasileiro, Train mostrou-se animado com o potencial do setor gráfico nacional. “Aqui, há um grande mercado”, disse. “Toda vez que visito o País, fico impressionado com a indústria de impressão comercial. Já visitei o Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e, aqui, há um grande mercado de impressão, bem estabelecido e bem desenvolvido. Em alguns aspectos, os gráficos brasileiros estão liderando o caminho na América Latina de produção de aplicações, eficiência, ideias, trabalho em conjunto com clientes, sempre inovadores. Este produto (a Iridesse) trará novos rumos para a inovação, o que me empolga muito”, concluiu.

wagner cristiana martyn marcio
Da esq. para a dir.: Wagner Pereira Roque, Cristiana Lannes, Martyn Train e Marcio Mattos (diretor executivo de canais e artes gráficas) 

O público-alvo da Iridesse abrange o mercado gráfico, educacional (produção de livretos) e fotográfico. As médias e pequenas empresas são o foco principal, devido ao potencial de impressão da máquina ser de alto volume (cerca de 200 mil páginas por mês). Uma das únicas restrições é para rótulos, por exigir o uso de papel diferenciado.

Amostras de impressão do lançamento da Xerox podem ser vistas na sede do SINGRAFS.

*Fotos: Paula Franco.

Na última quarta-feira (24), a Livraria Cultura entrou com pedido de recuperação judicial na 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo. Segundo o Valor Econômico, a decisão veio logo após o encerramento das operações da Fnac no Brasil (fechamento da última loja física, em Goiânia - GO, e do site), controlada pela empresa.

De acordo com o G1, a justificativa dada pela Cultura foi o cenário econômico adverso e a crise do mercado editorial. A companhia alegou que o setor encolheu 40% desde 2014. Com esta medida, a Livraria busca normalizar os compromissos com fornecedores e manter o emprego de seus colaboradores.

Com o pedido de recuperação judicial, o foco da marca será investir em canais digitais e manter poucas lojas físicas. Recentemente, a Livraria Cultura adquiriu a Estante Virtual, plataforma de comércio eletrônico de livros novos, seminovos e usados.

A Convenção Coletiva de Trabalho 2018-2019 foi assinada foi com o STIG ABC em 23 de outubro. Veja, a seguir, as principais alterações:

  • MANUTENÇÃO DA DATA-BASE: 1º de setembro a 31 de agosto;
  • PISO SALARIAL E DIFERENCIADO: R$ 1.566,40/mês e R$ 1.205,60/mês, respectivamente (aumento de 5%);
  • INCLUSÃO DO REGIME ESPECIAL DE PISO SALARIAL PARA MICROEMPRESAS: R$ 1.205,60/mês;
  • REAJUSTE SALARIAL DE ATÉ 5% A PARTIR DE 1º DE SETEMBRO DE 2019: somente para quem ganha acima do piso salarial;
  • PAGAMENTOS DE SALÁRIOS: deverão ser feitos até o quinto dia útil;
  • ALTERAÇÃO NOS TEXTOS DAS CLÁUSULAS “TESTES ADMISSIONAIS”, “GARANTIAS SALARIAIS NA RESCISÃO DE CONTRATO DE TRABALHO” E “AVISO PRÉVIO”;
  • UNIÃO DAS CLÁUSULAS “CURSOS DE APERFEIÇOAMENTO” E “APROVEITAMENTO EM NOVAS FUNÇÕES” EM “CURSOS E APROVEITAMENTO EM NOVAS FUNÇÕES”;
  • RETIRADA DAS CLÁUSULAS “PIS”, “TRABALHO E DESCANSO DO OPERADOR DE FOTOCOMPOSIÇÃO GRÁFICA” E “ÁGUA POTÁVEL”.

Não houve alterações nas demais Cláusulas.

A Convenção Coletiva de Trabalho 2018-2019 será encaminhada, por e-mail, a todas as empresas, associadas e não associadas, devidamente cadastradas em nosso banco de dados. O documento será disponibilizado, também, em nosso site (www.singrafs.org.br/convencao), para consulta pública e gratuita.

Estamos à disposição para sanar quaisquer dúvidas que surjam sobre a CCT. Para isto, basta entrar em contato pelo telefone (11) 4438-8922. Nosso atendimento é de segunda a sexta, das 8h às 18h.

Atenciosamente,

António José Simões Vieira Gameiro
Presidente SINGRAFS

No próximo domingo (28), além de escolher, em segundo turno, governador e presidente, os eleitores de Mongaguá irão às urnas para eleger novo prefeito. Isto se deve a uma decisão do TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral São Paulo), que manteve as eleições suplementares após a cassação dos mandatos de Arthur Parada Prócida, reeleito para a Prefeitura em 2016 no primeiro turno, e de seu vice, Márcio Melo Gomes.

Segundo o G1, Prócida está preso desde o dia 9 de maio depois de ter sido flagrado com R$ 5,3 milhões escondidos no guarda-roupa de sua casa. O dinheiro ilícito foi encontrado durante a Operação Prato Feito, da Polícia Federal (PF), que investiga a participação de gestores públicos em desvios de verbas da União destinadas à educação.

Gomes, por sua vez, revezava com Rodrigo Cardoso Biagioni, presidente da Câmara de Mongaguá, a administração da cidade. Em agosto, os vereadores decidiram pela cassação do vice, que também é investigado pela PF.

A decisão, porém, havia sido suspensa em 16 de outubro pela 5ª Câmara de Direito Público do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo). E em 20 de outubro, o TRE-SP manteve as eleições suplementares.

Quatro candidatos disputam a Prefeitura de Mongaguá, incluindo Biagioni. Os demais são Gilmar Aguiar Freitas, Renato Carvalho Donato e Fernando Felizi.

O Brasil caiu da 69ª para a 72ª colocação no ranking internacional de competitividade econômica do Fórum Econômico Mundial. De acordo com o jornal O Estado de S.Paulo, entre os itens que mais contribuíram para a queda do País na classificação estava a avaliação das instituições, em especial a regulação do setor público.

Outro ponto negativo foi o de ser um dos países mais fechados do mundo nas relações comerciais. Já entre os positivos, os destaques foram o tamanho do mercado abrangido, onde obteve a maior pontuação (80.9) dentro dos 12 pilares avaliados pelo Fórum, e a expectativa de vida (79.6 pontos). 

Entre os países da América do Sul, Chile (33º colocado), Uruguai (53), Colômbia (60) e Peru (63) aparecem à frente. A Argentina vem na 81ª posição.

Os líderes em competitividade internacional, segundo o ranking, são Estados Unidos, Cingapura e Alemanha. E os três últimos ranqueados são o Haiti (138ª colocação), Iêmen (139) e Chade (140). 

Para ver a lista completa e as análises (em inglês), clique aqui

O Projeto de Lei (PL) nº 7.867/2014, que proíbe a impressão no exterior de livros e similares adquiridos pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), foi aprovado, na última quarta-feira (17), pela CCJC (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania) da Câmara dos Deputados. O PL, de autoria do deputado federal Vicentinho (PT-SP), é um dos pleitos levado ao político pelo APL (Arranjo Produtivo Local) das Indústrias Gráficas do Grande ABC e Baixada Santista em 2015.

A proposta garante que todos os livros didáticos distribuídos entre os alunos das escolas públicas terão que ser produzidos no Brasil. Além disso, ela veta a terceirização de qualquer etapa da impressão do material a empresas estrangeiras, incluindo livros com recursos da Lei Rouanet.

informe apl 2015
Em 2015, representantes do APL se encontraram com Vicentinho para falar sobre o setor gráfico

Em 2016, a Comissão de Cultura já havia aprovado o PL 7.867/14. Ele foi, então, encaminhado para as Comissões de Educação e a de Constituição e Justiça e de Cidadania com caráter conclusivo. 

Segundo publicou Vicentinho em uma rede social, o PL, que será levado ao Senado para aprovação, foi criado “em defesa da geração de empregos e da produção nacional”. A relatora do Projeto, deputada federal Maria do Rosário (PT-RS), destacou que o objetivo é preservar “a indústria gráfica nacional”. 

As informações são da Agência Câmara.