(11) 4438-8922

A Klabin, considerada a maior exportadora de papéis do Brasil, anunciou, na última quarta-feira (12), que investirá R$ 32 milhões na construção de duas miniplantas no Paraná para pesquisa e desenvolvimento de dois novos produtos. Segundo informou o Correio Braziliense, a celulose microfibrilada (MFC) e a lignina, utilizadas para aumentar a resistência e trazer mais rigidez ao papel, serão os objetos de estudos e testes da empresa.

O novo Parque de Plantas Piloto da companhia, divulgado durante o evento Klabin Inova, será construído em Telêmaco Borba, região dos Campos Gerais paranaense. De acordo com o jornal Gazeta do Povo, as miniplantas ficarão alocadas em um prédio de 500 metros quadrados e simularão uma unidade fabril.

A Klabin pretende incorporar a celulose microfibrilada para melhorar a qualidade e resistência de seus produtos. Já a utilização da lignina, um dos bioprodutos da madeira, visa atingir o mercado de insumos renováveis e sustentáveis. 

O boletim Perspectivas de Investimentos, realizado pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), apontou que o setor de papel e celulose deverá registrar queda no investimento anual entre 2018 a 2021, comparado ao registrado em 2017. De acordo com o publicado pela revista Época, o estudo mapeia os 20 setores da economia com projeções de crescimento para segmentos da indústria e de infraestrutura.

Segundo o BNDES, a previsão de investimentos em papel, celulose e painéis de madeira gira em torno de R$ 2,5 bilhões ao ano. A explicação dada para a redução foi o “recente ciclo de expansão no segmento de celulose”, entre 2012 e 2015, que aumentou a capacidade produtiva do País; porém, como não há outros grandes projetos para este mercado em andamento, projetou-se a redução de investimentos até 2021.

Já o setor que mais receberá recursos nos próximos quatro anos será o de petróleo e gás natural. A estimativa é que sejam alocados no quadriênio cerca de R$ 291,4 bilhões.

As Perspectivas de Investimento do BNDES indicam o aporte de R$ 1,03 trilhão nos setores mapeados, sendo que 12 representam a indústria e oito segmentos de infraestrutura no Brasil.

Você pode ler a íntegra do boletim aqui.

A taxa do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) do mês de agosto deste ano correspondeu a 0,00%. O dado, medido e divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), refere-se ao poder de compra dos salários e custo de vida da população.

No mês de julho, o Índice foi de 0,25%. A variação entre julho e agosto do INPC foi considerada pelo IBGE como estável. No acumulado do ano, a taxa ficou em 2,83%, acima do registrado no mesmo período de 2017 (1,27%); e nos últimos 12 meses, a porcentagem foi de 3,64%.

Para saber mais, clique aqui.

Em outubro, a ABTCP (Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel) realizará o 51º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel, em São Paulo. Reconhecido como o principal evento do setor na América Latina, tem como parceiras de mídia a Abigraf (Associação Brasileira da Indústria Gráfica), Abigraf-SP (Regional São Paulo), ABTG (Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica) e a Two Sides Brasil, entre outras entidades.

Com o tema “Além da Quarta Revolução Industrial: Conexões Humanizadas entre Design, Inovação, Tecnologia e Cultura”, o evento trará sessões técnicas, o Fórum “Revista O Papel 79 Anos – Mercado e Gestão, um Espaço Sebrae”, workshop “Inovação na Prática” e o painel “Lideranças em Destaque”.

Juntamente com o Congresso, a ABTCP realizará, no dia 24 de outubro, seu Jantar de Confraternização Anual e a entrega do Prêmio Destaques do Setor 2018.

O credenciamento para a exposição é gratuito; para o congresso, os preços variam de R$ 285 (estudante) a R$ 1.984 (valor para não associado e abrangendo os três dias de evento). As inscrições devem ser feitas no site da Associação.

SERVIÇO

51º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel
Datas: 23, 24 e 25 de outubro 
Local: Transamérica Expo Center – Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387, Santo Amaro, São Paulo – SP
Credenciamento, Informações e Programação: www.abtcp2018.org.br

Nesta quarta-feira (05), o Diário Oficial da União (DOU) publicou a Resolução nº 5.827, que traz a nova tabela de valores a serem aplicados aos fretes rodoviários. De acordo com o portal G1, o reajuste feito pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) levou em conta a alta de 13% do preço do óleo diesel na refinaria.

Os valores são divididos em quilômetro e por eixo para carga geral, carga granel, carga neogranel, carga frigorificada e carga perigosa. Os preços mínimos variam entre R$ 1, 66 a R$ 2,16, gerando um impacto médio de 5%, dependendo do tipo de carga.

Segundo O Estado de S.Paulo informou, a nova Resolução modifica a tabela editada em 30 de maio deste ano, parte integrante das negociações do Governo Federal com os caminhoneiros para o encerramento da greve da categoria, que durou 11 dias e gerou crise de abastecimento de combustível e alimentos.

O Governo também afirmou que intensificará as fiscalizações sobre o cumprimento dos preços do frete, outra reivindicação feita durante o período de paralisação.

Veja neste link a nova tabela de frete de carga rodoviária.

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou nesta terça (04) os dados sobre a produção industrial do País no mês de julho. De acordo com o levantamento, houve queda de 0,2% comparado a junho.

A variação negativa foi impactada por 10 dos 26 ramos pesquisados pelo Instituto no período. Os que mais influenciaram no recuo foram equipamentos de informativa (-7,2%), couro, artigos para viagem e calçados (-5,4%), veículos automotores, reboques e carrocerias (-4,5%), produtos minerais não metálicos (-3%) e produtos alimentícios (-1,7%).

Já no acumulado do ano, a produção industrial brasileira teve alta de 2,5%. Na comparação entre julho deste ano e julho de 2017, também houve crescimento (4%).

Para ver as estatísticas na íntegra, clique aqui.

Na última sexta (31), o Governo Federal levou ao Congresso Nacional proposta para aumentar o salário mínimo no próximo ano. O valor passaria de R$ 954 para R$ 1.006.

De acordo com o portal G1, junto com a alta do salário mínimo, estimou-se o índice de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto). A taxa prevista pelo Governo para o ano que vem foi de 2,5%.

Caso o novo valor do salário mínimo seja aprovado, ele passará a vigorar em janeiro de 2019 e efetivamente pago a partir de fevereiro.

Na última quinta-feira (30), o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu, por 7 votos a 4, que a contratação de empregados terceirizados para atender a diferentes tipos de atividades das empresas, incluindo a atividade-fim, é constitucional. Segundo informou a Folha de S.Paulo, os ministros analisaram dois casos anteriores à Lei da Terceirização (nº 13.429), sancionada por Michel Temer em 2017.

Em seu § 3º, a nova legislação diz que “o contrato de trabalho temporário pode versar sobre o desenvolvimento de atividades-meio e atividades-fim a serem executadas na empresa tomadora de serviços”. A atividade-fim é o produto ou serviço final da empresa, o que a identifica, seu propósito.

Segundo a Agência Brasil, mesmo com a decisão do STF, uma súmula do TST (Tribunal Superior do Trabalho), a 331, ainda é aplicada pela Justiça Trabalhista em contratos de terceirização assinados e encerrados antes da nova lei entrar em vigor. Na prática, ela veta o emprego deste tipo de serviço para a atividade-fim.

De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, os ministros do Supremo analisaram, durante cinco sessões, as ações que contestavam decisões da Justiça do Trabalho que utilizaram a súmula 331 para vetar a contratação de empregados terceirizados para atividade-fim. A aprovação da maioria levou em consideração a tese de que a Constituição Federal não faz distinção entre atividade-meio e fim, e, também, não impõe modelo de produção específico.

Com isso, estima-se que outros quatro mil processos trabalhistas que aguardam definição e que tratam deste tema tenham resultado favorável aos contratantes dos serviços de trabalho temporário para todas as atividades.

Para esta publicação, foram utilizadas, também, reportagens do El País e do portal G1.

Entre maio e julho deste ano, a taxa de desocupação no Brasil foi de 12,3%, queda de 0,6% em relação a fevereiro-abril (12,9%). O índice engloba um total de 12,9 milhões de brasileiros. Os dados são da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, divulgados nesta quinta-feira (30) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Já a taxa de subutilização no período foi de 24,5% - considerada estável quando comparada ao período anterior (24,6%).

A pesquisa também mencionou o total da população subutilizada (27,6 milhões) e do número de pessoas desalentadas (4,818 milhões, sendo que 4,4% dos desalentados têm 14 anos ou mais). O único índice que sofreu queda no período mensurado foi o de desocupados (-4,1% em relação ao período anterior). Os outros se mantiveram estáveis.

Já a população ocupada cresceu 1%, somando 91,7 milhões, alta seguida pelo nível de ocupação no País (53,9%).

A íntegra da Pnad Contínua pode ler lida neste link.

Nesta quarta (29) e quinta-feira (30), a banca avaliadora do 1º Prêmio Paulista de Excelência Gráfica Luiz Metzler julgará os produtos que concorrem à premiação. Os ganhadores serão conhecidos no dia 20 de setembro.

O prêmio, promovido pela Abigraf-SP (Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional São Paulo), abrange as categorias Impressos de Segurança, Cadernos Escolares, Embalagens Cartonadas, Embalagem Micro Ondulada, Embalagens Flexíveis, Rótulos e Etiquetas, Comunicação Visual, Impressos em Rotativa Offset, Displays, Promocional e Editorial.

O SINGRAFS é uma das entidades apoiadoras institucionais.

Para saber mais sobre o 1º Prêmio Paulista de Excelência Gráfica Luiz Metzler, clique aqui.