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Em 2017, a produção de madeira para a indústria de papel e celulose foi a que mais gerou valor, totalizando R$ 5,1 bilhões. Os dados fazem parte da Pevs 2017 (Produção da Extração Vegetal e Silvicultura), medida pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e divulgada na última quinta-feira (20).

A silvicultura (obtida em florestas plantadas) e a extração vegetal (coleta de produtos em matas e florestas nativas) atingiram R$ 19,1 bilhões no ano passado, tendo crescimento de 3,4% em relação a 2016 pelo segundo ano consecutivo. O primeiro grupo representou 77% do total (R$ 14,8 bilhões), alta de 5% na comparação com 2016.

As regiões Sul e Sudeste foram as que registraram o maior impacto na produção da silvicultura, representando 62,3%. O Estado do Paraná teve o maior valor de produção (R$ 3,7 bilhões) e a cidade de Três Lagoas (MS) liderou o ranking nacional (R$ 387,5 milhões).

Para ver a Pevs 2017 na íntegra, clique aqui.

Atualizado às 10h02.

Setembro é conhecido como um mês que abrange diversas campanhas na área da saúde. Os grandes destaques ficam com o Setembro Amarelo, que faz alertas sobre o suicídio, e o Vermelho, que informa sobre as doenças cardiovasculares e formas de prevenção.

O Setembro Amarelo tem como objetivo conscientizar a população sobre o suicídio. Segundo reportou a Agência Brasil, a cada 45 minutos uma pessoa se suicida no País. No mundo, os casos chegam a um milhão. O CVV (Centro de Valorização da Vida) tem um número de telefone, o 188, exclusivo para atender pessoas que estejam vulneráveis e buscam apoio emocional. A ligação é gratuita e disponível 24 horas em todo o território nacional. A entidade garante o anonimato.

Já o Setembro Vermelho pretende mobilizar a população a aderir a um estilo de vida mais saudável. O sobrepeso, o estresse, o sedentarismo e o tabagismo são os principais fatores de risco para o desencadeamento de doenças cardiovasculares, que afetam o funcionamento dos vasos sanguíneos e do coração. Entre os tipos mais comuns, estão a hipertensão, a arritmia, a insuficiência cardíaca, o infarto e o derrame cerebral. A OMS (Organização Mundial da Saúde) alertou que ataques cardíacos e derrames foram a principal causa de morte no mundo ano passado, vitimando 17,5 milhões de pessoas.

Médicos do Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM), no Rio Grande do Sul, moldaram um implante ósseo com uma impressora 3D para reconstituir um crânio. De acordo com o portal UOL, esta foi a primeira vez que este tipo de impressão foi utilizado pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

O paciente que recebeu o molde havia sofrido um acidente automobilístico e perdeu quase metade do osso da cabeça. A opção da equipe médica pela impressão 3D para criar um biomodelo se deveu à complexidade do caso.

Para a impressão, o hospital usou equipamentos de fabricação nacional, com custo médio de R$ 10 mil. A equipe médica informou que gastou apenas R$ 45 com o material incluso para produzir o implante ósseo customizado. Segundo declaração dada ao UOL, procedimentos como esse existem no setor privado e custam mais de 50 mil reais.

A impressão 3D já foi aplicada na medicina para criação de olho biônico, joelhos artificias e cartilagem de orelha e nariz.

Nesta sexta-feira (14), executivos da Xerox realizarão duas palestras no 10º Prêmio Norte/Nordeste de Excelência Gráfica José Cândido Cordeiro (JCC), em Recife, Pernambuco. Os temas serão “Fotografia”, com o gerente comercial e especialista do mercado fotográfico Jander Silva, e “Inkjet e Tecnologia 6 Cores”, ministrada pelo diretor nacional de vendas alto volume Gustavo Lopes.

Durante o evento, será possível testar a Xerox Color C70, que oferece qualidade de imagem com resolução 2400x2400 dpi e tecnologia de toner Xerox Emulsion Aggregation (EA) de fusão em baixa temperatura. 

A participação dos executivos da marca na premiação será das 10h às 12h.

A décima edição do JCC consagrará os melhores livros, jornais, revistas, produtos para identificação; materiais para acondicionamento, promocional, comercial, produtos próprios; impressão digital, serigráfica e flexográfica; e os melhores fornecedores e designers das regiões Norte e Nordeste.

A Klabin, considerada a maior exportadora de papéis do Brasil, anunciou, na última quarta-feira (12), que investirá R$ 32 milhões na construção de duas miniplantas no Paraná para pesquisa e desenvolvimento de dois novos produtos. Segundo informou o Correio Braziliense, a celulose microfibrilada (MFC) e a lignina, utilizadas para aumentar a resistência e trazer mais rigidez ao papel, serão os objetos de estudos e testes da empresa.

O novo Parque de Plantas Piloto da companhia, divulgado durante o evento Klabin Inova, será construído em Telêmaco Borba, região dos Campos Gerais paranaense. De acordo com o jornal Gazeta do Povo, as miniplantas ficarão alocadas em um prédio de 500 metros quadrados e simularão uma unidade fabril.

A Klabin pretende incorporar a celulose microfibrilada para melhorar a qualidade e resistência de seus produtos. Já a utilização da lignina, um dos bioprodutos da madeira, visa atingir o mercado de insumos renováveis e sustentáveis. 

O boletim Perspectivas de Investimentos, realizado pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), apontou que o setor de papel e celulose deverá registrar queda no investimento anual entre 2018 a 2021, comparado ao registrado em 2017. De acordo com o publicado pela revista Época, o estudo mapeia os 20 setores da economia com projeções de crescimento para segmentos da indústria e de infraestrutura.

Segundo o BNDES, a previsão de investimentos em papel, celulose e painéis de madeira gira em torno de R$ 2,5 bilhões ao ano. A explicação dada para a redução foi o “recente ciclo de expansão no segmento de celulose”, entre 2012 e 2015, que aumentou a capacidade produtiva do País; porém, como não há outros grandes projetos para este mercado em andamento, projetou-se a redução de investimentos até 2021.

Já o setor que mais receberá recursos nos próximos quatro anos será o de petróleo e gás natural. A estimativa é que sejam alocados no quadriênio cerca de R$ 291,4 bilhões.

As Perspectivas de Investimento do BNDES indicam o aporte de R$ 1,03 trilhão nos setores mapeados, sendo que 12 representam a indústria e oito segmentos de infraestrutura no Brasil.

Você pode ler a íntegra do boletim aqui.

A taxa do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) do mês de agosto deste ano correspondeu a 0,00%. O dado, medido e divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), refere-se ao poder de compra dos salários e custo de vida da população.

No mês de julho, o Índice foi de 0,25%. A variação entre julho e agosto do INPC foi considerada pelo IBGE como estável. No acumulado do ano, a taxa ficou em 2,83%, acima do registrado no mesmo período de 2017 (1,27%); e nos últimos 12 meses, a porcentagem foi de 3,64%.

Para saber mais, clique aqui.

Em outubro, a ABTCP (Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel) realizará o 51º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel, em São Paulo. Reconhecido como o principal evento do setor na América Latina, tem como parceiras de mídia a Abigraf (Associação Brasileira da Indústria Gráfica), Abigraf-SP (Regional São Paulo), ABTG (Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica) e a Two Sides Brasil, entre outras entidades.

Com o tema “Além da Quarta Revolução Industrial: Conexões Humanizadas entre Design, Inovação, Tecnologia e Cultura”, o evento trará sessões técnicas, o Fórum “Revista O Papel 79 Anos – Mercado e Gestão, um Espaço Sebrae”, workshop “Inovação na Prática” e o painel “Lideranças em Destaque”.

Juntamente com o Congresso, a ABTCP realizará, no dia 24 de outubro, seu Jantar de Confraternização Anual e a entrega do Prêmio Destaques do Setor 2018.

O credenciamento para a exposição é gratuito; para o congresso, os preços variam de R$ 285 (estudante) a R$ 1.984 (valor para não associado e abrangendo os três dias de evento). As inscrições devem ser feitas no site da Associação.

SERVIÇO

51º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel
Datas: 23, 24 e 25 de outubro 
Local: Transamérica Expo Center – Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387, Santo Amaro, São Paulo – SP
Credenciamento, Informações e Programação: www.abtcp2018.org.br

Nesta quarta-feira (05), o Diário Oficial da União (DOU) publicou a Resolução nº 5.827, que traz a nova tabela de valores a serem aplicados aos fretes rodoviários. De acordo com o portal G1, o reajuste feito pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) levou em conta a alta de 13% do preço do óleo diesel na refinaria.

Os valores são divididos em quilômetro e por eixo para carga geral, carga granel, carga neogranel, carga frigorificada e carga perigosa. Os preços mínimos variam entre R$ 1, 66 a R$ 2,16, gerando um impacto médio de 5%, dependendo do tipo de carga.

Segundo O Estado de S.Paulo informou, a nova Resolução modifica a tabela editada em 30 de maio deste ano, parte integrante das negociações do Governo Federal com os caminhoneiros para o encerramento da greve da categoria, que durou 11 dias e gerou crise de abastecimento de combustível e alimentos.

O Governo também afirmou que intensificará as fiscalizações sobre o cumprimento dos preços do frete, outra reivindicação feita durante o período de paralisação.

Veja neste link a nova tabela de frete de carga rodoviária.

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou nesta terça (04) os dados sobre a produção industrial do País no mês de julho. De acordo com o levantamento, houve queda de 0,2% comparado a junho.

A variação negativa foi impactada por 10 dos 26 ramos pesquisados pelo Instituto no período. Os que mais influenciaram no recuo foram equipamentos de informativa (-7,2%), couro, artigos para viagem e calçados (-5,4%), veículos automotores, reboques e carrocerias (-4,5%), produtos minerais não metálicos (-3%) e produtos alimentícios (-1,7%).

Já no acumulado do ano, a produção industrial brasileira teve alta de 2,5%. Na comparação entre julho deste ano e julho de 2017, também houve crescimento (4%).

Para ver as estatísticas na íntegra, clique aqui.