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A produção industrial brasileira caiu 0,6% em agosto, permanecendo 1,5% abaixo do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 17,9% inferior ao nível recorde atingido em maio de 2011. No ano, a indústria geral acumula queda de 1,3%, e nos últimos 12 meses, de -2,7%. Na comparação anual, a produção industrial cresceu 2,8% na série sem ajuste.

Os dados integram a PIM (Pesquisa Industrial Mensal), e foram divulgados nesta quarta (05) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Das 26 atividades econômicas analisadas, oito tiveram retrações. E das quatro grandes categorias econômicas, duas apresentaram resultados negativos no período (bens intermediários, com -1,4%, e bens de consumo, com -1%).

Frente a agosto de 2021, os ramos de celulose, papel e produtos de papel tiveram alta de 9,3%. No ano, acumulam crescimento de 3,1%, figurando entre as nove atividades com expansão no mês.

Para saber mais sobre os dados da PIM para agosto de 2022, clique aqui.

Em agosto, os indicadores da indústria da transformação apredentaram retrações em emprego (-0,1%), massa salarial real (-0,5%) e rendimento médio real (-0,6%). Os únicos com crescimento foram os de faturamento real (0,2%, o quarto aumento consecutivo) e horas trabalhadas na produção (3,5%). Os dados foram divulgados pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) nesta terça-feira (04), e mostram uma acomodação do setor após alguns meses de alta.

A UCI (Utilização da Capacidade Instalada) também recuou, papssando de 81% em julho para 80,6% em agosto. Na comparação anual, a queda foi de 2,7% (em agosto de 2021, o índice era de 83,3%). De acordo com a CNI, o resultado demonstra que o segmento industrial tem, aos poucos, contornado o problema de falta e alto custo de insumos e matérias-primas, o que diminui a pressão sobre a produção.

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Empresas associadas ao SINGRAFS que desejam vender equipamentos ou procurar por novos colaboradores podem anunciar gratuitamente no Portal SINGRAFS.

Durante 30 dias, o anúncio fica publicado. Ao fim do prazo, ele é automaticamente retirado da página. Para solicitar a divulgação, envie e-mail para , com uma descrição completa do objeto a ser vendido e/ou do cargo a ser preenchido.

Caso a venda seja concluída ou o processo de seleção e recrutamento finalize antes do prazo, informe o Sindicato para que o anúncio seja retirado. Se desejar prorrogá-lo por mais 30 dias.

A Neoband Soluções Gráficas, empresa associada ao SINGRAFS e com sede em São Bernardo do Campo, abriu novas vagas para a área de Comunicação Visual. São elas: Operador de Router, PCP e Impressor Digital.

As descrições das vagas e orientações sobre envio de currículo estão na área "Classificados - Vagas" do Portal SINGRAFS. Boa sorte a todos os candidatos!

O número de pessoas empregadas no setor privado sem carteira assinada chegou a 13,2 milhões no trimestre encerrado em agosto, o maior já registrado pela série histórica da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, iniciada em 2012. Neste período, o percentual de colaboradores que não têm vínculo empregatício cresceu 2,8%, equivalente a 355 mil trabalhadores. No ano, chegou a 16% (1,8 milhões). Os dados foram divulgados nesta sexta (30), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O grupo de empregados com carteira assinada no setor privado, ou seja, colaboradores com vínculo empregatício (CLT), também aumentou (1,1%), chegando a 36 milhões. O nível de ocupação, que engloba a parcela da população ocupada em idade de trabalhar, atingiu 57,1%.

A Indústria Geral totalizou o ingresso de 772 mil pessoas a postos de trabalho (+6,5%). O rendimento médio habitual do empregado neste segmento subiu 4,4% (+R$ 111). A média nacional ficou em R$ 2.713, segundo crescimento consecutivo.

A tendência de aumento dos índices de emprego indica, também, queda nos de desemprego. A taxa de desocupação do trimestre encerrado em agosto caiu para 8,9% (-0,9% frente aos três meses anteriores), o menor patamar desde 2015. O contingente de pessoas ocupadas foi de 99 milhões, o maior da série histórica.

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O mês de agosto registrou a maior variação negativa nos preços praticados pelo setor produtivo industrial brasileiro. O IPP (Índice de Preços ao Produtor) atingiu -3,11%, o pior resultado desde 2014, quando iniciou a série histórica. A queda recorde foi influenciada pelo segmento de Refino de petróleo e bicombustíveis (-6,99%), que apresentou a primeira retração em 2022.

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a inflação da indústria acumula, no ano, taxa de 7,91%, e nos últimos 12 meses, de 12,16% - em julho, a variação foi de 17,94%. 

INDÚSTRIA DO PAPEL

A indústria de papel e celulose acumulou, no ano, IPP de 14,45%, superior à média nacional, e esteve entre as quatro maiores variações positivas do período. As outras atividades em destaque foram refino de petróleo e biocombustíveis (26,49%), minerais não-metálicos (13,21%) e bebidas (13,02%).

O IPP mede os preços de produtos na “porta da fábrica”, sem considerar impostos e frete. Para saber mais sobre os dados de agosto, clique aqui.

A empresa Neoband Soluções Gráficas, associada SINGRAFS de São Bernardo do Campo, abriu vaga para Auxiliar de Estoque.

A descrição da vaga e as informações sobre envio de currículos estão na área "Classificados - Vagas" do Portal SINGRAFS.

A partir do dia 3 de outubro, o INSS (Instituto Nacional do Seguro social) incluirá mais duas doenças que dão direito ao auxílio-doença e à aposentadoria por invalidez sem a carência mínima de 12 meses de contribuição. As enfermidades agregadas serão acidente vascular encefálico (agudo) e abdome agudo cirúrgico.

O profissional que tiver uma dessas moléstias poderá obter o benefício por incapacidade a qualquer momento. Para isto, terá que apresentar laudo médico, atestado de afastamento legível e sem rasuras, indicando o CID (Classificação Internacional de Doenças) e trazendo a assinatura e o carimbo médico com registro do CRM (Conselho Regional de Medicina), e o receituário.

A nova regra se aplicará apenas para quem for diagnosticado depois de filiação ao INSS. Portadores de enfermidades preexistentes e que estão listadas terão que contribuir por, no mínimo, 12 meses e provar que o quadro evoluiu para ter direito ao benefício.

ROL DE DOENÇAS QUE DÃO DIREITO A BENEFÍCIO POR INCAPACIDADE SEM CARÊNCIA

I - tuberculose ativa;
II - hanseníase;
III - transtorno mental grave, desde que esteja cursando com alienação mental;
IV - neoplasia maligna;
V - cegueira;
VI - paralisia irreversível e incapacitante;
VII - cardiopatia grave;
VIII - doença de Parkinson;
IX - espondilite anquilosante;
X - nefropatia grave;
XI - estado avançado da doença de Paget (osteíte deformante);
XII - síndrome da deficiência imunológica adquirida (Aids);
XIII - contaminação por radiação, com base em conclusão da medicina especializada;
XIV - hepatopatia grave;
XV - esclerose múltipla;
XVI - acidente vascular encefálico (agudo); e
XVII - abdome agudo cirúrgico

Fontes: DOU, Folha de S.Paulo.

A prévia da inflação de setembro ficou em -0,37%, a segunda queda consecutiva do IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15). No ano, a taxa acumula alta de 4,63%, e nos últimos 12 meses, caiu para 7,96%, desaceleração frente aos 9,60% do período anterior. Os dados foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (27).

Apesar da deflação, somente três dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados registraram quedas nos indicadores. Foram eles Transportes (-2,35%), Comunicação (-2,74%) e Alimentação e bebidas (-0,47%).

Os outros seis grupos apresentaram aumento de preços em setembro. Os principais destaques do mês ficaram com Vestuário (+1,66%), Saúde e cuidados pessoais (+0,94%) e Habitação (+0,47%).

O IPCA-E, que é o IPCA-15 acumulado trimestralmente, chegou a -0,97%. Para saber mais, clique aqui.

No dia 22 de setembro, entrou em vigor a Lei nº 14.457, que cria o Programa Emprega + Mulheres. A nova legislação promove a inserção e manutenção das mulheres no mercado de trabalho, e altera dispositivos da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) que tratam sobre garantia de salário igualitário, ausências justificadas, entre outros.

O Programa Emprega + Mulheres incentiva empresas a trabalharem ações que permitam às mulheres ascenderem profisionalmente, chegarem a cargos de liderança e promoverem cultura de igualdade entre os gêneros e de divisão de responsabilidades parentais.

Entre as medidas, estão:

  • SALÁRIO IGUALITÁRIO: a empresa que aderir ao Programa deve garantir às mulheres salário igual aos dos homens que exercerem função idêntica. Há, também, prerrogativas para que o empregador previna e combata assédio sexual e outras violências no âmbito laboral, com a criação de Cipa (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio); e incentive a contratação de mulheres em situação de violência doméstica e familiar;
  • REEMBOLSO-CRECHE: o benefício deve ser destinado ao pagamento de creche ou pré-escola de livre escolha da empregada ou do empregado, ou ressarcimento de gastos com outra modalidade de prestação de serviços de mesma natureza, desde que haja comprovação das despesas. O reembolso-creche deve ser formalizado por acordo individual e concedido a trabalhadores que tenham filho até 5 anos e 11 meses de idade, e sua concessão não pode configurar premiação;
  • FLEXIBILIZAÇÃO DE REGIME DE TRABALHO E FÉRIAS: a empresa pode alocar trabalhadora ou trabalhador com filho, enteado ou criança sob guarda judicial com até 6 anos de idade ou com deficiência (sem limite de faixa etária) em regime de teletrabalho, trabalho remoto ou trabalho a distância. Há, ainda, a possibilidade de compensação de jornada de trabalho por meio de banco de horas, adoção de jornada 12/36, antecipação de férias individuais, e flexibilização de horário de entrada e saída;
  • AUSÊNCIAS JUSTIFICADAS: a nova legislação altera itens do Art. 473, da CLT, que trata sobre faltas justificadas, permitindo ao empregado se ausentar do serviço, sem prejuízo da remuneração, por 5 dias consecutivos nos casos de “nascimento de filho, de adoção ou de guarda compartilhada”, e “pelo tempo necessário para acompanhar sua esposa ou companheira em até 6 (seis) consultas médicas, ou em exames complementares, durante o período de gravidez”.

Há outros itens, como os que dispõem sobre suspensão de contrato de trabalho a pedido do funcionário, para fins de qualificação profissional ou para acompanhamento do desenvolvimento do filho após o término da licença-maternidade/licença-paternidade, e estímulo ao microcrédito para mulheres. O texto completo da Lei nº 14.457 pode ser acessado e lido aqui.

Fonte: Governo Federal.