(11) 4438-8922

As negociações para a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2022-2023 entre SINGRAFS e STIG Santos, São Vicente e Região estão oficialmente encerradas. Os termos para a Convenção, que terá vigência de 1º de setembro de 2022 a 31 de agosto de 2023, foram assinados nesta sexta-feira (23).

A Circular com a assinatura dos presidentes das entidades sindicais e com as principais alterações nas Cláusulas Econômicas foi encaminhada, por e-mail, às empresas associadas e não associadas devidamente cadastradas junto ao SINGRAFS.

Empresas que pertencem ao segmento gráfico e que não receberam comunicados sobre as negociações devem contatar o SINGRAFS e solicitar o enquadramento sindical. Não divulgaremos quaisquer informações a gráficas e/ou representantes contábeis que não estejam em nosso banco de dados.

Importante: em caso de dúvida, contate diretamente o SINGRAFS, o seu representante patronal.

Em breve, publicaremos a íntegra da CCT 2022-2023 em nosso site. 

Na última quarta-feira (21), o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central decidiu manter a taxa Selic em 13,75% ao ano. O crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) acima do esperado no segundo trimestre e as quedas nos indicadores de inflação foram citados como justificativas para a manutenção do percentual.

Em comunicado, o Comitê afimrou que "se manterá vigilante, avaliando se a estratégia de manutenção da taxa básica de juros por período suficientemente prolongado será capaz de assegurar a convergência da inflação". Para saber mais, clique aqui.

Toda empresa associada ao SINGRAFS - Sindicato das Indústrias Gráficas do ABCDMRP, RGS e Baixada Santista - têm desconto sobre as Contribuições Sindicais operacionalizadas pela entidade patronal.

Confira quais são:

  • Contribuição Confederativa = 30% de desconto;
  • Contribuição Negocial Patronal = 50% de desconto;
  • Mensalidade Associativa (exclusiva para associadas) = 10% de desconto no pagamento à vista do trimestre.

Associadas também têm direito a outros serviços e benefícios, como emissão de Declarações de Regularidade Sindical e Capacidade Técnica, além de consultas gratuitas de pendência de crédito (SCPC). 

Para fazer a sua associação voluntária, entre em contato com o SINGRAFS: (11) 4438-8922. Participe e ajude-nos a fortalecer o segmento gráfico do Grande ABC e da Baixada Santista!

As negociações para a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2022-2023 estão oficialmente encerradas. O SINGRAFS e o STIG ABC assinaram, nesta terça-feira (20), os termos para a Convenção, que terá vigência de 1º de setembro de 2022 a 31 de agosto de 2023.

A Circular assinada pelos presidentes das entidades sindicais e com as principais alterações nas Cláusulas Econômicas foi encaminhada, por e-mail, às empresas associadas e não associadas devidamente cadastradas junto ao SINGRAFS.

Empresas que pertencem ao segmento gráfico e que não receberam comunicados sobre as negociações devem contatar o SINGRAFS e solicitar o enquadramento sindical. Não divulgaremos quaisquer informações a gráficas e/ou representantes contábeis que não estejam em nosso banco de dados.

Importante: em caso de dúvida, contate diretamente o SINGRAFS, o seu representante patronal.

Em breve, publicaremos a íntegra da CCT 2022-2023 em nosso site. 

Pela décima segunda semana consecutiva, o Relatório Focus, do Banco Central, reduziu a projeção para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) deste ano. De acordo com o levantamento divulgado nesta segunda-feira (19), o indicador oficial de inflação passou de 6,40% para 6,00%. 

Para o ano que vem, a previsão do BC é de que a inflação atinja 5,01%. O índice é medido oficialmente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), e, atualmente, segue em deflação. Em agosto, o acumulado dos últimos 12 meses ficou em 8,83%.

O mercado financeiro também não alterou a previsão para a Selic de 2022. Segundo o Relatório, a taxa básica de juros manteve-se em 13,75% a.a. (estabilidade por treze semanas consecutivas).

Para saber mais, clique aqui.

O preço médio do livro vendido nas principais livrarias do país aumentou 3,36% na comparação anual (2022 x 2021). Frente a agosto do ano passado, a variação foi de 1,69%, fazendo com que o valor passasse de R$ 41,54 para R$ 42,24. Estes dados integram o Painel do Varejo de Livros no Brasil (8º período), da Nielsen BookScan e SNEL (Sindicato Nacional das Editoras de Livros).

Entre os gêneros, Não Ficção Trade, Infantil, Juvenil e Educacional e Ficção subiram os preços de capa no período analisado. Os reajustes ficaram em 10,28%, 6,38% e 4,09%, respectivamente. Apenas Não Ficção Especialista apresentou ligeira redução (-0,32%).

TROCA DE PAPEL PELAS EDITORAS

No final de agosto, algumas editoras brasileiras divulgaram comunicados informando sobre a substituição do papel utilizado no miolo. Entre as justificativas, estão os altos custos de impressão, que inviabilizaram a aquisição de materiais específicos.

A Todavia informou aos seus leitores que substituiria o papel Munken print cream, importado da empresa sueca Artic Paper, pelo pólen natural.  "Nos voltamos entçao para a indústria nacional. Infelizmente, a boa opção de papel para livros que existia em escala suficiente para atender à demanda do mercado foi descontinuada e está sendo substituída por uma nova versão, com características bastante diferentes das que procuramos oferecer aos nossos leitores desde o início", diz o comunicado.

No entanto, a troca não alterou o preço final do livro. A editora afirmou, na nota, que a decisão "não representa uma economia nos insumos gráficos - não está mais barato imprimir livros, ao contrário", e que conta com a compreensão "e apoio que nossa comunidade de leitores sempre nos dedicou".  

PÓLEN SOFT x PÓLEN NATURAL

A Suzano havia interrompido a fabricação do papel pólen soft e investido na produção e comercialização do soft natural. O novo produto teria sido apresentado como mais ecológico (menor uso de alvejantes e tonalizantes), além de reduzir a emissão de carbono e consumo de água.

No entanto, conforme divulgou o jornal O Globo, os lotes do novo papel eram diferentes das amostras, e apresentaram problemas, como tonalidade irregular, enrugamento, sujeira nas máquinas e aumento do uso de tintas. A Suzano, segundo a reportagem, já estaria ciente das reclamações e em vias de corrigir os problemas.

A fabricante também teria anunciado o retorno da produção do papel pólen soft a partir de outubro. Porém, em menor escala, caso haja demanda, e mais caro, com projeção de reajuste de 15% a 20%.

Fontes: O Globo, PublishNews.

O SINGRAFS ainda está em negociações com os Sindicatos Laborais do Grande ABC e da Baixada Santista. Até o momento, nenhum acordo foi firmado. 

Lembramos que todas as informações sobre a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) serão comunicadas diretamente às empresas da base territorial devidamente cadastradas junto ao Sindicato Patronal, independente se associadas ou não.

Enquanto a nova CCT não for assinada, permanecem vigentes as cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho 2021-2022, disponível para consulta no Portal SINGRAFS.

Em caso de dúvida, entre em contato com o Sindicato pelo telefone (11) 4438-8922.

As vendas no varejo de livros, jornais, revistas e papelaria caiu 2% em julho deste ano. A atividade esteve entre as sete das oito pesquisadas pela PMC (Pesquisa Mensal de Comércio) com indicadores negativos no período. Os dados foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira (14).

Na comparação anual, o setor cresceu 11,2%. No acumulado do ano, a alta foi de 17,4%, e nos últimos 12 meses, de 7,2%, a maior variação desde março de 2022 (9,7%).

De acordo com o IBGE, o resultado do varejo de livros, jornais, revistas e papelarias no período julho/2022 x julho/2021 é o terceiro crescimento consecutivo do segmento, “e o sexto no ano de 2022 dentre os sete apurados até julho (abril foi o único a registrar queda: -0,9%)”. Para saber mais sobre a PMC, clique aqui.

A sede da ASSINGRAFS-SINGRAFS está sem internet desde a tarde da última segunda-feira (12). Excepcionalmente, estamos offline, sem previsão de normalização do serviço.

O problema foi notificado à operadora, que já está trabalhando para reestabelecer a conexão, não só a nossa, como também a de outros escritórios afetados.

Por este motivo, caso precisem falar conosco, utilizem o telefone (11 4438-8922) ou o nosso WhatsApp (11 99950-4758).

No mês de julho, a produção industrial nacional registrou crescimento de 0,6%. De acordo com a PIM (Pesquisa Industrial Mensal) Regional, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), dos 15 locais analisados, apenas quatro apresentaram aumentos nos seus indicadores – Pará (4,7%), Mato Grosso (3,7%), Santa Catarina (1,9%) e Rio de Janeiro (0,7%).

Na comparação anual, a produção brasileira recuou 0,5%. No ano, a indústria acumula perda de 2%, e nos últimos 12 meses, a retração é de 3%. 

O estado de São Paulo teve queda de 0,6% no período. O maior parque industrial do país acumula perda de 2,3% no ano, e de 4,1% nos últimos 12 meses. Entre os principais impactos para a variação negativa, estão a produção de veículos automotores e o setor de máquinas e equipamentos.

A indústria paulista ainda sente os efeitos do encarecimento do crédito, da matéria-prima e do desabastecimento de insumos. Com este índice (-0,6%), São Paulo permanece 1,5% abaixo do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020). Para saber mais, clique aqui.