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O número de empresas que buscaram crédito na Desenvolve SP – Agência de Desenvolvimento Paulista nos primeiros três meses deste ano cresceu 40% em relação aos pedidos realizados no mesmo período do ano passado. O bom resultado surpreendeu, já que, com o recrudescimento da crise econômica, esperava-se uma piora dos dados.

O valor efetivamente desembolsado às pequenas e médias empresas neste primeiro trimestre foi 55% menor que no mesmo período de 2015: R$ 49,6 milhões, contra R$ 110 milhões no ano passado.

O financiamento para inovação também cresceu em 2016. O crédito para empresas inovadoras representou 9% do total financiado neste primeiro trimestre. Em 2015, a fatia era de apenas 4%.

A indústria, principal tomadora de recursos neste primeiro trimestre, representou 36% dos R$ 49,6 milhões desembolsados, registrando um ligeiro aumento na participação do setor nos financiamentos concedidos pela instituição. Em comparação com o mesmo período do ano anterior, a representatividade da indústria foi de 29%. Na sequência, apareceram os setores de comércio e serviços, com 30%, e do agronegócio, com 2%. O restante dos recursos, 32%, foram destinados para projetos do setor público em obras de infraestrutura de municípios.

Analisando o porte das empresas, os pequenos e médios negócios foram responsáveis por mais da metade dos desembolsos da agência, totalizando R$ 31,6 milhões investidos no período. Os outros R$ 18 milhões foram destinados a empresas de grande porte. Em relação aos projetos financiados, 74% dos recursos foram para os de longo prazo, como implantação, ampliação, modernização e inovação.

Em relação às regiões atendidas, as empresas localizadas na Região Administrativa de Sorocaba ficaram em primeiro lugar, investindo 38% dos R$ 49,6 milhões liberados no período, seguida da Região Metropolitana de São Paulo, com 26%, e da Região Administrativa de Campinas, com 22%. 

Assessoria de Imprensa Desenvolve SP – Agência de Desenvolvimento Paulista

Quem passou pelo estande da Canon conheceu os produtos da divisão Océ Brasil, equipamentos para impressão de grandes formatos, como projetos de engenharia e arquitetura, que garantem mais rapidez e menos setup. Porém, além de todas as vantagens para a produtividade, havia uma novidade: o uso de tecnologia Crystal Point, pérolas de toner que, durante o processo de impressão, são convertidas em gel, têm secagem instantânea e são à prova d´água.  Além, claro, de não terem cheiro, não serem tóxicas e não produzirem sujeira.

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Ao portal ASSINGRAFS-SINGRAFS, o gerente de produto da Océ, Alexandre Alves de Piza, falou sobre a novidade. “É uma tecnologia única. E não necessita de substrato com tratamento. Pode imprimir direto em papel reciclado, comum, com alta cobertura de toner e sem o problema de encharcar a superfície.”

Claro que as bolinhas de toner não foram as únicas boas novas da marca. A Océ-Canon reforçou a apresentação da linha Arizona 1200, lançada mundialmente em fevereiro deste ano. Os equipamentos possuem várias opções de canais e tamanhos de mesa, sendo a simples de 1,25m x 2,50 e a estendida de 2,50m x 3,08m.

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“É um equipamento que tem uma qualidade excepcional de impressão, mesmo quando se tem cruzamento de velocidade”, disse o gerente de produto. “Conseguimos produzir diversos tipos de aplicações, desde serigrafia a displays. Boa parte de nossos produtos são voltados a esse mercado. Hoje, temos mais de cinco mil máquinas Arizona instaladas em todo o mundo”, comentou.

Para destacar a qualidade da linha, havia no estande um espaço com alguns itens de decoração feitos com a Arizona. “No piso, algumas impressões foram feitas diretamente no vidro, com aplicações de backlight; outro painel backlight, lenticular, em impressão 3D, cuja aplicação, chamada “lens free”, não exige o uso de mídia que possui lentes para reprodução da imagem tridimensional. É uma aplicação especial onde se utiliza apenas um acrílico que, quanto mais espesso, melhor o acabamento. Temos outro painel em pinus, cuja impressão também foi feita diretamente no material. Tem impressão em aço escovado, em alumínio. Conseguimos imprimir em qualquer tipo de mídia, até 50 milímetros de espessura”, explicou Piza.

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Além da impressão em materiais de gramaturas diversas, os equipamentos trouxeram melhorias na interface, como mais recursos de repetição de imagens (elas podem ser multiplicadas diretamente no painel da impressora), pinos de registro pneumáticos controlados por pedal, que guiam a mídia durante a produção e unidades de limpeza automática dos bicos injetores. Outro destaque é a multifuncionalidade. Em uma mesma máquina, há impressora, dobradeira e scanner. As operações podem ser feitas ao mesmo tempo, sem interferência. Desta forma, a empresa oferece aos clientes qualidade, velocidade e multifuncionalidade.

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Os produtos Océ puderam ser vistos de perto durante a Serigrafia Sign, que aconteceu entre os dias 03 e 06 de maio, no Pavilhão Anhembi.

Fotos: Paula Franco.

Uma das grandes procuras durante a Serigrafia Sign foi por máquinas de baixo custo e alta qualidade. E é isso o que a Bannerjet apresentou em seu estande.

O proprietário da empresa, Marden Roberto Alves, contou ao portal ASSINGRAFS-SINGRAFS que os visitantes estão buscando soluções baratas para sair da crise. Entre as novidades expostas pela Bannerjet na feira, estava a máquina com cabeça DX6 com preço em torno de R$ 29 mil – sendo que cada cabeça custava R$ 1800, com seis cores. “É uma máquina honesta, com custo mais baixo. Focamos no cliente que está entrando no ramo da comunicação visual”, explicou Alves.

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A Bannerjet trabalha com eco solventes e, mais recentemente, com sublimáticas. Os equipamentos para comunicação visual imprimem em lona, adesivo e canvas preparado com base de PVC.

O estande da empresa pode ser visitado entre os dias 03 e 06 de maio no Pavilhão Anhembi, durante a Serigrafia Sign. 

Fotos: Paula Franco.

Durante a Serigrafia Sign, os interessados por máquinas para usinagem puderam conhecer no estande da HB Tech uma nova opção de equipamento com sistema DSP – Digital Signal Processing.

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A empresa trabalha com máquinas de CNC, lasers de corte e gravação. As equipadas com sistema DSP possuem controles digitais e são mais precisas, ideais para quem trabalha com comunicação visual.

Com diversas funcionalidades – inclusive a de produzir maquetes -, o novo sistema garante acabamento diferenciado e uso em materiais como acrílico, MDF, chapa de inox, papelão, entre outros.

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Esse diferencial da DSP é notado principalmente no dia a dia. O sistema é vedado, impedindo que resíduos dos materiais cortados e gravados (pó do MDF, por exemplo) entrem no computador. Contraste com as máquinas que operam com NC Studio, em que o monitor fica exposto.

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As novidades da HB Tech puderam ser vistas entre 03 e 06 de maio, no Pavilhão Anhembi, durante a Serigrafia Sign. 

Fotos: Paula Franco.

A ECNC é uma fornecedora de equipamentos para corte e gravação a laser, todos fabricados em território nacional – o que facilita a compra por meio de Cartão BNDES e Proger. Durante a Serigrafia Sign, eles também expõem aos visitantes os produtos feitos pelos maquinários. Em sua grande maioria, para o mercado de decoração.

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Conversando com o diretor comercial da marca, Edmar Bento Pereira, percebemos que o foco da ECNC está em apresentar a futuros clientes a qualidade e o baixo custo dos equipamentos.

“Hoje, as empresas estão sem dinheiro e a pessoa física tem mais dinheiro para investir. Estão surgindo bastante empresas de fundo de quintal. E esse é justamente o nosso foco”, declarou o diretor comercial. “A pessoa que vem comprar uma máquina hoje é aquela que está com o dinheiro do seguro-desemprego e quer trabalhar em casa, abrir o próprio negócio.”

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Por isso, o preço e o porte das máquinas da ECNC conseguem atrair este perfil de público. “O cliente está tendo muito problema em conseguir crédito. Por isso, estamos fazendo muitas vendas parceladas. Além de ter baixo custo, as máquinas podem ser colocadas em um quartinho no fundo da casa. Ela não precisa de uma sala refrigerada, só precisa de um ambiente limpo, livre de poeira. Optamos por máquinas menores para que a pessoa consiga passá-la pela porta de casa, por exemplo, sem ter que quebrar nada ou alugar um espaço maior”, afirmou Pereira.

Precisão no corte; trabalho com materiais diversos como tecido, papel, MDF, acrílico e metal; máquinas híbridas; garantia de um ano; assistência técnica e pagamento pelo deslocamento do maquinário caso não haja técnico local. Estes são alguns produtos e serviços oferecidos pela ECNC.

É possível conhecer melhor a empresa e conversar com o Edmar no estande da ECNC até às 20h desta sexta (06), no Pavilhão Anhembi. 

Fotos: Paula Franco.

A partir da próxima segunda-feira (09), motoristas de ônibus de linhas intermunicipais do Grande ABC entrarão em greve. De acordo com o Diário do Grande ABC, a decisão foi tomada por falta de pagamento dos salários dos funcionários.

As linhas que serão afetadas pela paralisação serão as das empresas Viação São Camilo, Urbana Santo André, EAOSA, Imigrantes, Triângulo, Viação Ribeirão Pires e Riacho Grande. 

Algo que chama a atenção na Serigrafia Sign é o espaço dividido entre os equipamentos grandes e pequenos em um mesmo estande. O mercado está mudando. Ao invés de maquinários que ocupem uma extensa área, os visitantes estão em busca dos mais compactos e de alta performance.

É o que a Sepia Graphic & Imaging quer oferecer aos seus clientes. “Hoje, o mercado está voltado para máquinas de alta resolução e menores. A pessoa não quer comprar uma impressora de 3,20m; ela quer comprar uma pequena, compacta e com qualidade”, afirmou Fabio Pereira Almeida, representante comercial da marca.

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Para não desapontar esse perfil, a Sepia trouxe como novidade equipamentos de 1,37m e 1,60m, com tecnologia UV e alta resolução. Elas podem ser usadas para grandes e médios formatos, alta e baixa tiragem.

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Além disso, a empresa também vende tintas, mídia para impressão digital, como papel, lona, adesivo e perfurado, e oferece assistência técnica.

O estande da Sepia poderá ser visitada até esta sexta (06), último dia da Serigrafia Sign, no Pavilhão Anhembi. 

Fotos: Paula Franco.

Encarar a crise como momento de investir na empresa. Não é para todos, mas, também, não é impossível. A meta perdura nesta edição da Serigrafia Sign. E, para isso, alguns expositores apresentam opções viáveis de equipamentos.

Para a Akad, disponibilizar maquinários mais acessíveis e com qualidade para o mercado de comunicação visual é a força-motriz. Atender públicos diversos, desde o grande até o gráfico que imprime santinhos em época de eleição. Importante, mesmo, é ter em mãos produtos que satisfaçam a demanda.

Sérgio Marckezini, responsável pela área de impressoras para comunicação visual, falou ao portal ASSINGRAFS-SINGRAFS sobre as máquinas divulgadas no estande. “A impressora com tecnologia UV trabalha com rígidos diversos – madeira, power film, metal, cerâmica. É um equipamento que está consolidado há cinco anos. É de alta produção e competitiva, tanto no preço como na qualidade e excelência”, disse.

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“Na linha de solventes, temos um lançamento, da linha NovaJet, com até 1080 dpi. Ela vem para atender um mercado mais econômico, que precisa de uma máquina de entrada, mas não pode gastar muito. É um equipamento de alta produção e que custa em torno de R$ 29 mil”, explicou Marckezini.

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Outra novidade apresentada pela marca nesta Serigrafia Sign é a máquina para cartões e crachás, com “cabeça infinita”. “Ela não quebra. A operação dela é infinita”, destacou o profissional.

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Sobre a expectativa para a feira, Marckezini vê uma mudança na atitude do público perante os expositores. “Trabalho há 17 anos em feiras deste tipo. O público, hoje, quer uma solução viável. Quer uma impressora para produzir o suprassumo dele; um equipamento para não ter muito custo operacional. Quer fazer sublimação, e quer alguém que faça tecido. Só que ele não quer investir muito nisso. O perfil de compra é muito mais cuidadoso que o de cinco anos atrás. A pessoa tem medo de investir em algo que não dará retorno rápido. Todo mundo quer lucrar agora, e não daqui a dois, três anos”, avaliou.

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E é isso o que muitas empresas, como a Akad, estão fazendo: apresentando soluções mais viáveis, “pé no chão”, para um público que deseja inovar, mas sem ter que gastar valores exorbitantes para isso.

O estande da Akad poderá ser visitado até esta sexta (06), último dia da Serigrafia Sign, no Pavilhão Anhembi.

Fotos: Paula Franco.

A Supri Marketing é uma das maiores distribuidoras de produtos nacionais e importados para comunicação visual e impressão digital. Na Serigrafia Sign, a empresa mostra ao público desde máquinas com impressão e corte conjugado até equipamento para a área têxtil, que usa a técnica de sublimação e chega até a 90m²/h com cabeças DX6.

Thiago Cardoso dos Reis, vendedor da Supri Marketing, contou que os visitantes estão procurando bastante equipamentos para imprimir em lona e vinil, materiais chamados por ele como “arroz com feijão da comunicação visual”.

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A expectativa da marca é aumentar o volume de vendas e continuar oferecendo novidades aos clientes, com produtos mais velozes e tecnológicos para grandes formatos.

O estande da Supri Marketing poderá ser visitado até sexta-feira (06, último dia da Serigrafia Sign, no Pavilhão Anhembi.

Fotos: Paula Franco.

O empresariado gráfico busca soluções para sobreviver à crise. Não há dúvidas. Porém, muitos querem agregar novidades ao negócio já consolidado, para, assim, expandirem o leque de clientes e atender quaisquer tipos de demandas. Uma das opções encontradas por alguns foi a impressão digital.

A tendência segue em alta e as fabricantes e fornecedoras de equipamentos gráficos estão atentas ao crescimento. A Serilon, distribuidora de mídias, equipamentos e provedora de assistência técnica para o setor de impressão digital, confirma esta ascensão. “No segmento gráfico atual, mundialmente falando, a impressão digital está numa grande ascendente. Entendemos que os trabalhos de grandes tiragens estão diminuindo. A personalização é uma tendência. Assim como a modificação do espaço para se ter um equipamento. A área para se instalar uma máquina analógica é maior que para uma digital. A quantidade de pessoas para operá-la, também”, disse José Carlos Almeida, gerente de equipamentos da Serilon.

O custo das impressoras também mudou significativamente de uns anos para cá. É o que salientou Guilherme Henrique Guandalini Alexandrino, gerente comercial. “O interessante é que, anos atrás, a diferença de custo entre uma analógica e uma digital era o que fazia as pessoas continuarem no ambiente analógico. E com o avanço da tecnologia, isso está mudando”, destacou.

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O estande da marca na Serigrafia Sign apresenta ao visitante diversas opções de equipamentos, que variam entre tecnologia solvente, UV e látex a máquinas de etiquetas, personalização de brindes e acabamento. Entre as fornecedoras, destacam-se a Mimaki, HP, EFI e a Esko Kongsberg. O vasto portfólio é tido como um dos trunfos da Serilon, que, dessa forma, consegue atender diversos perfis de clientes – desde aqueles que querem mudar seu posicionamento estratégico visando preço e qualidade, aos grandes, médios e pequenos empresários.

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“Hoje, temos um grande porfólio de soluções para o cliente, com os melhores fornecedores que existem no mundo”, garantiu Alexandrino. “Atendemos desde o entry-level e empresas de pequeno porte e aplicações pequenas, como as de altíssimas produções e nível industrial. Somos, hoje, o único fornecedor da HP com amplitude nacional. Trabalhamos com a linha da EFI, uma empresa dos EUA que produz grandes maquinários, que chamamos de high end. E oferecemos, ainda, tecnologias de corte, recorte, acabamentos em geral, corte a laser, acrílico, rígidos.”

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Além da venda de impressoras e cortadoras, a Serilon dispõe de um serviço de assessoria para pequenas empresas. “Para aquelas que estão começando, conseguimos ajudá-la a escolher o melhor equipamento, a melhor mídia, fazer amostras para os clientes, para que haja segurança no momento da compra”, explicou o gerente comercial da marca.

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O estande da Serilon, que é enorme e apresenta diversas máquinas para impressão digital, poderá ser visitado até o dia 06 de maio na Serigrafia Sign, realizada no Pavilhão Anhembi, em São Paulo. 

Fotos: Paula Franco.