(11) 4438-8922

O Ministério da Economia liberou R$ 10 bilhões em operações de crédito especiais destinadas a MEIs (Microempreendedores Individuais) e Pequenas Empresas. O valor é parte integrante do Programa Emergencial de Acesso a Crédito PEAC - Maquininhas para enfrentamento da pandemia do novo coronavírus (COVID-19). O crédito extraordinário terá coordenação do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

De acordo com a MP (Medida Provisória) nº 1.002, publicada na última quinta-feira (24) no DOU (Diário Oficial da União), estes recursos ficarão à disposição dos micro e pequenos empreendedores a partir da contratação de operação de crédito interna. O valor do empréstimo será limitado ao teto de R$ 50 mil, com juros de até 6% a.a. Este Programa usará como garantia as vendas realizadas via máquinas de cartões (débito-crédito).

Fonte: Agência Brasil.

A greve dos trabalhadores dos Correios, iniciada em 18 de agosto, chegou ao fim nesta terça-feira (22). Na segunda (21), o TST (Tribunal Superior do Trabalho) já havia votado pelo encerramento da paralisação durante o julgamento do dissídio coletivo da categoria.

Saiba mais: Funcionários dos Correios entram em greve em todo o País

Caso descumprissem a determinação do Tribunal, as entidades representantes dos empregados seriam multadas em R$ 100 mil por dia. Assim, em Assembleia realizada um dia depois da decisão judicial, votou-se pelo retorno ao trabalho nas agências de todo o País.

Em comunicado oficial, os Correios informaram que 92,7% dos seus empregados já estão trabalhando normalmente, e as horas não trabalhadas deverão ser compensadas.

O julgamento do dissídio dos funcionários dos Correios resultou em correção salarial de 2,6% para a categoria e manutenção das cláusulas propostas pela empresa, que incluem Vale-Refeição/Alimentação e outras de caráter social.

Em nota, a FENTECT (Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares) criticou a sentença do TST e que, mesmo discordando do resultado, acredita que "a greve foi vitoriosa".  A entidade afirmou que recorrerá da decisão sobre o dissídio coletivo.

Pela primeira vez, a Bienal Internacional do Livro de São Paulo será realizada virtualmente. O motivo é a pandemia do novo coronavírus (COVID-19), que fez diversos eventos serem cancelados, reagendados e/ou repensados para funcionarem sob o "novo normal".

Em junho, os organizadores da feira, a CBL (Câmara Brasileira do Livro) e a Reed Exhibitions, haviam optado por adiar a 26ª Bienal para 2022. Porém, na última semana, anunciaram a nova versão do evento, que será realizada entre 7 a 13 de dezembro deste ano.

Com o tema “Conectando Pessoas e Livros”, espera-se que a plataforma digital desta 1ª Bienal Virtual receba 150 expositores e mais de um milhão de visitantes online. Será possível, ainda, participar de palestras e comprar livros.

Fontes: CBL, PublishNews.

As quatro lojas físicas da livraria Saraiva em Salvador (BA) deixarão de funcionar a partir desta segunda-feira (21). Neste final de semana, houve promoção do estoque, com descontos que chegaram a 90%.

No site, a empresa, que está em recuperação judicial desde novembro de 2018, já retirou a menção às unidades no estado baiano de seu sistema de buscas (Nossas Lojas).

EFEITOS DA PANDEMIA

Ao anunciar os resultados do segundo trimestre de 2020, no final de agosto, a empresa alegou que nove livrarias “de baixa perspectiva de geração de valor” haviam sido encerradas naquele período. O objetivo foi aumentar a margem bruta de rentabilidade, reduzir as despesas com pessoal e de ocupação das lojas físicas e renegociar contratos com fornecedores.

Em abril deste ano, a Saraiva demitiu cerca de 500 funcionários. Em janeiro, a loja do Shopping New York City Center, no Rio de Janeiro (RJ), sofreu ação de despejo – o valor dos aluguéis atrasados chegava a R$ 650 mil.

Ainda na divulgação dos resultados, a companhia informou que a pandemia do novo coronavírus (COVID-19) impactou em mais de 75% sua receita bruta, mesmo com o e-commerce funcionando normalmente enquanto as unidades físicas tiveram que fechar por causa das medidas de quarentena/isolamento social.

A Saraiva encerrou o segundo trimestre deste ano com queda de 82,7% da sua receita bruta em relação ao mesmo período de 2019, totalizando R$ 28 milhões. Somente as lojas concentraram perda de 95,6% (receita bruta de R$ 4,6 milhões).

Fontes: Correio 24 Horas, Saraiva.

O final de agosto contabilizou 13,7 milhões de pessoas desempregadas no País, representando a taxa de desocupação de 14,3% - maior índice desde maio. Os dados fazem parte da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) COVID19, divulgada nesta sexta (18) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A alta foi de 1,1 ponto percentual registrada na quarta semana de agosto frente à semana anterior (13,2%), e abrange 1,1 milhão de pessoas. Ou seja, o número de brasileiros sem emprego em agosto é o maior já registrado durante a pandemia do novo coronavírus (COVID-19).

Quando analisadas por unidades federativas, as maiores taxas de desocupação no período foram as do Amazonas (17%), Maranhão (16,7%), Bahia (15,9%), Alagoas (15,7%), Roraima (15,1%) e Rio Grande do Norte (14,7%). Na quarta semana de agosto, São Paulo registrou o índice de 14,4% de pessoas desempregadas.

Para saber mais sobre os resultados da PNAD COVID19, clique aqui.

A quinta edição da pesquisa Retratos da Leitura trouxe dados sobre o perfil do público leitor de livros a nível nacional e regional. Em São Paulo (capital), 60% dos paulistanos afirmaram manter o hábito da leitura, o que representa 6,8 milhões de leitores na cidade.

O levantamento descreve leitor como “aquele que leu, inteiro ou em partes, pelo menos um livro nos últimos três meses”.

O perfil dos leitores paulistas abrange 52% de mulheres e 48% de homens, sendo que 41% está na faixa de 40 anos ou mais – o que corrobora os 63% que disseram não estarem estudando no momento em que a pesquisa foi feita; 52% dos entrevistados são da Classe C e 50% deles têm o hábito de comprar livros. Em relação à escolaridade, 34% tem Ensino Fundamental completo, outros 34% Ensino Médio e 32% completaram o Ensino Superior.

As médias de livros lidos por este público são de 3,58 nos últimos três meses e de 6,41 durante o ano. Os números são maiores que as médias nacionais para o último trimestre (2,60) e anual (4,95). Porém, elas caem quando se separa em livros lidos do início ao fim (3,51/ano e 1,65/trimestre) e em partes (2,91/ano e 1,94/trimestre).

Entre as razões para a manutenção do hábito da leitura pelos paulistas, 28% responderam que o fazem por gosto, 15% para crescimento pessoal e 14% para atualização cultural ou conhecimento geral. A escola ainda continua tendo um papel importante nas indicações de títulos, representando a média de 0,80 livros lidos nos últimos 12 meses por 14% dos entrevistados (ou 0,72 nos últimos três meses).

A aquisição de livros foi feita em livrarias físicas (43%), pela internet (21%) ou em sebos (17%). E nos últimos três meses, 29% dos leitores afirmaram ter comprado livros em papel ou em formato digital.

E um dado curioso: entre os leitores paulistas, 65% disseram não frequentar bibliotecas públicas, mesmo que 59% saiba sobre a existência destes equipamentos em seus bairros ou cidade.

Para saber mais sobre os dados regionalizados da pesquisa Retratos da Leitura, clique aqui. O levantamento foi realizado pelo Ibope Inteligência, Instituto Pró-Livro e Itaú Cultural.

A Pesquisa Pulso Empresa: Impacto Covid19 nas Empresas, realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), revelou que 38,6% dos 3,2 milhões de empreendimentos em funcionamento na primeira quinzena de agosto perceberam impactos negativos da pandemia do novo coronavírus (COVID-19). O grupo que mais tem sofrido estes efeitos é o das empresas de pequeno porte com até 49 funcionários (38,8%).

Entre os setores, Construção e Comércio foram as mais afetadas, com 47,9% e 46,3%, respectivamente. Cerca de 36,1% das empresas reportaram queda nas vendas no período, em especial as do comércio varejista, mesmo com a flexibilização das atividades econômicas.

Das empresas analisadas pelo levantamento, 32% afirmaram ter conseguido adiar o pagamento de impostos, e 10,9% solicitaram empréstimos via linhas de crédito emergencial. A adoção de trabalho remoto (teletrabalho/ home office) foi feita por 32,3% delas, e 15,3% anteciparam férias dos colaboradores. E cerca de 2,7 milhões de empreendimentos (86,4%) conseguiram manter o quadro de funcionários no período analisado.

Para saber mais sobre a Pesquisa Pulso Empresa, clique aqui.

Atualizado às 15h22.

A quinta edição da pesquisa Retratos da Leitura, divulgada na íntegra nesta segunda-feira (14), revelou queda no índice da população brasileira que diz ter o hábito de ler livros. De 2007, ano da primeira edição, para 2019, a porcentagem foi de 55% para 52%. Dentro deste grupo, 31% afirmou ter lido um livro inteiro nos últimos três meses, enquanto 45% leu em partes.

A Retratos da Leitura define leitor como “aquele que leu, inteiro ou em partes, pelo menos um livro nos últimos três meses” anteriores à coleta de dados, e como não leitor “aquele que declarou não ter lido nenhum livro nos últimos três meses, mesmo que tenha lido nos últimos 12 meses”.

O levantamento mostrou, ainda, que o brasileiro lê, em média, 4,95 livros por ano. Nos últimos três meses, a média cai para 2,60 livros. Entre as razões que impedem mais leituras, estão falta de tempo (47%), preferência por realizar outras atividades (9%) e falta de paciência para ler (8%). Entre as motivações para a manutenção do hábito da leitura, 52% responderam que se interessam por literatura indicada na escola ou por professores, 48% por causa de filmes ou séries baseadas em livros e 41% por indicação de amigos.

Sobre os formatos, 67% dos entrevistados afirmou preferir livros físicos e 17% digitais (e-books).

Quando comparado à última pesquisa, realizada em 2015, notou-se crescimento no público leitor entre cinco a 10 anos (de 67% para 71%). Esta foi a única faixa etária a apresentar alta nos índices. As que registraram as maiores retrações foram entre 14 a 17 anos (de 75% para 67%) e 18 a 24 anos (de 67% para 59%), com perda de 8 pontos percentuais cada.

A quantidade de leitores que declararam ter completado os ensinos Fundamental I (22%) e II (22%) e Médio (32%) é maior que àqueles com ensino Superior (16%). Há, também, menção aos que não frequentaram a escola formal e mantém o hábito da leitura (7%).

Na comparação entre 2015 e 2019, houve aumento do público leitor no ensino Fundamental I (de 82% para 86%) – o que corrobora a alta na faixa etária entre cinco a 10 anos - e no do Ensino Médio (de 78% para 79%). As quedas foram registradas no Fundamental II (de 84% para 75%, perda de 9 pontos percentuais) e Superior (de 93% para 86%, redução de 7 p.p.).

OUTRAS ESPECIFICAÇÕES

Gênero: 52% das pessoas que afirmaram ter o hábito da leitura são mulheres; 48% são homens.

Idade: 23% dos leitores têm entre 50 a 69 anos, 18% entre 30 a 39 anos; 14% entre 40 a 49 anos; 12% entre 18 a 24 anos; 9% entre 5 a 10 anos; 8% entre 25 a 29 anos; 7% entre 14 a 17 anos; 5% com 70 anos ou mais; e 4% entre 11 a 13 anos.

Região: 42% das pessoas que afirmaram ter o hábito da leitura estão concentradas na região Sudeste; 28% estão no Nordeste; 14% no Sul; e 8% no Norte e no Centro-Oeste.

Renda: a classe C lidera o ranking de leitores, com 47%, seguida pelas classes D/E (28%) e A/B (25%).

Raça: entre os entrevistados, os brancos representaram 55% do público leitor brasileiro, seguidos pelos pardos (52%) e pretos (48%).

Para saber mais sobre os resultados da quinta edição da Retratos da Leitura, clique aqui. A pesquisa foi realizada pelo Ibope Inteligência, Instituto Pró-Livro e Itaú Cultural

A quinta edição da pesquisa Retratos da Leitura revelou que 52% dos brasileiros entrevistados afirmaram ter o hábito de leitura - ou seja, leram um livro inteiro ou em partes nos últimos três meses. Na divisão por gênero, as mulheres representam a maioria do público leitor do País (54%), e os homens 50%.

Houve, porém, queda no número de pessoas que afirmaram ter comprado pelo menos um livro nos últimos três meses. O índice chegou a 27%, contra os 30% registrados em 2015, data da última edição do levantamento.

A Pesquisa também traz dados socioeconômicos, que indicaram diminuição de compradores de livros entre as Classes A e B, que preferiram passar o tempo navegando na internet e acessando redes sociais.

O índice de pessoas com hábito de leitura cresceu entre os que estão no Ensino Fundamental e Médio e caiu entre os que têm Ensino Superior (de 82% em 2015 para 68% atualmente).

Entre as obras mais citadas, a "Bíblia", 'A Cabana" (William P. Young), "O Pequeno Príncipe" (Antoine de Saint-Exupéry) e os gibis da Turma da Mônica (Mauricio de Sousa Produções) estão no topo da preferência dos leitores.

A pesquisa completa, que teve entre seus realizadores o Ibope Inteligência, Instituto Pró-Livro e Itaú Cultural, será divulgada na próxima segunda-feira (14). Clique aqui para ter acesso.

Fontes: Folha de S.Paulo, PublishNews.

O mês de agosto encerrou com IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de 0,24% (queda em relação a julho, quando atingiu 0,36%) e INPC (Índice Nacional de Preço ao Consumidor) de 0,36% (em julho, foi de 0,44%). Mesmo com quedas em relação ao período anterior, as variações foram as maiores registradas desde 2016 (IPCA) e 2012 (INPC), respectivamente.

Os dados foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na última quarta-feira (9).

IPCA

O índice acumula alta de 0,70% no ano e de 2,44% nos últimos 12 meses. Em agosto do ano passado, o indicador foi de 0,11%. E em agosto de 2016, a taxa foi de 0,44%.

Entre os grupos que impulsionaram o resultado, os destaques foram Transportes (0,82%), que há três meses seguidos registra alta em seus indicadores por conta do aumento do preço dos combustíveis – em especial gasolina (3,22%) -, e Alimentação e Bebidas (0,78%).

INPC

Encerrando agosto com variação de 0,36%, este é o maior resultado desde agosto de 2012 (0,45%). No acumulado do ano, o INPC ficou em 1,16%, e no dos últimos 12 meses, 2,94%. No mesmo período do ano passado, o indicador ficou em 0,12%.

A alta do preço dos Produtos Alimentícios (0,80% em agosto contra 0,14% em julho) impactou no resultado obtido mês passado.

Para saber mais, clique aqui.